<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><rss version="2.0" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/DTDs/Podcast-1.0.dtd" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"><channel><title>Rádio Bandeirantes Notícias - Economia</title><link>http://radiobandeirantes.com.br/</link><description>Noticias da Rádio Bandeirantes - AM 840 / FM 90,9 - Economia</description><itunes:subtitle>Noticias da Rádio Bandeirantes - AM 840 / FM 90,9 - Economia</itunes:subtitle><language>pt-br</language><copyright>Rádio Bandeirantes</copyright><pubDate>16/5/2012 7:19:46</pubDate><itunes:summary>Noticias da Rádio Bandeirantes - AM 840 / FM 90,9 - Economia</itunes:summary><itunes:category text="Information" /><itunes:category text="News" /><itunes:category text="International"><itunes:category text="Brazilian" /></itunes:category><itunes:keywords>notícias, Rádio, bandeirantes, Economia</itunes:keywords><item><title>Apas: Cidades do interior crescem em um ritmo acelerado e puxando o desenvolvimento do varejo</title><description>"O avanço do agronegócio está entre as principais causas do aumento do poder de compra", diz a analista de mercado da Nielsen, Mariana Andrade.

Segundo ela, houve também a criação de polos tecnológicos e de educação que atraem investidores.

Os produtos e serviço mais procurados pelos moradores das cidades médias também estão mudando, ressalta Mariana Andrade.

A analista de mercado da Nielsen, Mariana Andrade, foi entrevistada no estúdio avançado da Rádio Bandeirantes montado na APAS 2012. 

A feira promovida pela Associação Paulista de Supermercados está sendo realizada no Expo Center Norte. 

De lá serão transmitidos hoje os programas Ciranda da Cidade e Jornal em Três Tempos.</description><itunes:subtitle>"O avanço do agronegócio está entre as principais causas do aumento do poder de compra", diz a analista de mercado da Nielsen, Mariana Andrade.

Segundo ela, houve também a criação de polos tecnológicos e de educação que atraem investidores.

Os produtos e serviço mais procurados pelos moradores das cidades médias também estão mudando, ressalta Mariana Andrade.

A analista de mercado da Nielsen, Mariana Andrade, foi entrevistada no estúdio avançado da Rádio Bandeirantes montado na APAS 2012. 

A feira promovida pela Associação Paulista de Supermercados está sendo realizada no Expo Center Norte. 

De lá serão transmitidos hoje os programas Ciranda da Cidade e Jornal em Três Tempos.</itunes:subtitle><pubDate>9/5/2012 07:50:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120509_prh_apas_crescimento.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>"O avanço do agronegócio está entre as principais causas do aumento do poder de compra", diz a analista de mercado da Nielsen, Mariana Andrade.

Segundo ela, houve também a criação de polos tecnológicos e de educação que atraem investidores.

Os produtos e serviço mais procurados pelos moradores das cidades médias também estão mudando, ressalta Mariana Andrade.

A analista de mercado da Nielsen, Mariana Andrade, foi entrevistada no estúdio avançado da Rádio Bandeirantes montado na APAS 2012. 

A feira promovida pela Associação Paulista de Supermercados está sendo realizada no Expo Center Norte. 

De lá serão transmitidos hoje os programas Ciranda da Cidade e Jornal em Três Tempos.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>O alto estoque das montadoras é consequência natural do desaquecimento interno da economia do país</title><description>A indústria automobilística encerrou abril com estoques suficientes para 43 dias de vendas, o maior nível desde novembro de 2008, no início da crise global.

O economista da Unicamp Célio Hiratuka explica que o volume de negócios foi muito alto nos últimos anos, o que estimulou a produção.

Além disso, houve uma diminuição no ritmo de compras, já que as pessoas não trocam de carro com tanta frequência.

O especialista em mercado automobilístico acredita, no entanto, que este quadro é momentâneo e deverá ser revertido no segundo semestre do ano.

O estoque elevado representa prejuízos para a indústria e para os distribuidores de veículos, que deverão se esforçar para acelerar as vendas.

Com isso, o consumidor poderá ser beneficiado por promoções nos próximos meses.

O economista Célio Hiratuka ressalta que as negociações dependem das condições de crédito:

As vendas caíram 14,2% em abril na comparação com março, de acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.

Apesar da retração, o número de empregos no setor permaneceu estável no mesmo período.</description><itunes:subtitle>A indústria automobilística encerrou abril com estoques suficientes para 43 dias de vendas, o maior nível desde novembro de 2008, no início da crise global.

O economista da Unicamp Célio Hiratuka explica que o volume de negócios foi muito alto nos últimos anos, o que estimulou a produção.

Além disso, houve uma diminuição no ritmo de compras, já que as pessoas não trocam de carro com tanta frequência.

O especialista em mercado automobilístico acredita, no entanto, que este quadro é momentâneo e deverá ser revertido no segundo semestre do ano.

O estoque elevado representa prejuízos para a indústria e para os distribuidores de veículos, que deverão se esforçar para acelerar as vendas.

Com isso, o consumidor poderá ser beneficiado por promoções nos próximos meses.

O economista Célio Hiratuka ressalta que as negociações dependem das condições de crédito:

As vendas caíram 14,2% em abril na comparação com março, de acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.

Apesar da retração, o número de empregos no setor permaneceu estável no mesmo período.</itunes:subtitle><pubDate>9/5/2012 07:15:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120509_prh_montadoras_estoque.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>A indústria automobilística encerrou abril com estoques suficientes para 43 dias de vendas, o maior nível desde novembro de 2008, no início da crise global.

O economista da Unicamp Célio Hiratuka explica que o volume de negócios foi muito alto nos últimos anos, o que estimulou a produção.

Além disso, houve uma diminuição no ritmo de compras, já que as pessoas não trocam de carro com tanta frequência.

O especialista em mercado automobilístico acredita, no entanto, que este quadro é momentâneo e deverá ser revertido no segundo semestre do ano.

O estoque elevado representa prejuízos para a indústria e para os distribuidores de veículos, que deverão se esforçar para acelerar as vendas.

Com isso, o consumidor poderá ser beneficiado por promoções nos próximos meses.

O economista Célio Hiratuka ressalta que as negociações dependem das condições de crédito:

As vendas caíram 14,2% em abril na comparação com março, de acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.

Apesar da retração, o número de empregos no setor permaneceu estável no mesmo período.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Diretor da feira Apas comenta a polêmica das sacolinhas plásticas</title><description>O diretor da feira Apas participou esteve no estande da Rádio Bandeirantes no Expo Center Norte.
 
Entrevistado por Thays Freitas e Paulo Galvão, Ronaldo dos Santos fala sobre o evento e também sobre a polêmica das sacolinhas.
 
O Jornal em Três Tempos será apresentado da Apas até a proxima quinta-feira.</description><itunes:subtitle>O diretor da feira Apas participou esteve no estande da Rádio Bandeirantes no Expo Center Norte.
 
Entrevistado por Thays Freitas e Paulo Galvão, Ronaldo dos Santos fala sobre o evento e também sobre a polêmica das sacolinhas.
 
O Jornal em Três Tempos será apresentado da Apas até a proxima quinta-feira.</itunes:subtitle><pubDate>7/5/2012 15:40:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120507_j3t_apas.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>O diretor da feira Apas participou esteve no estande da Rádio Bandeirantes no Expo Center Norte.
 
Entrevistado por Thays Freitas e Paulo Galvão, Ronaldo dos Santos fala sobre o evento e também sobre a polêmica das sacolinhas.
 
O Jornal em Três Tempos será apresentado da Apas até a proxima quinta-feira.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Fuga de investidores para a poupança pode ser a principal consequência da redução dos juros reais</title><description>A "migração" de investidores pode ser a principal consequência da eventual redução dos juros reais da economia com alterações na remuneração da poupança.

A proposta, já discutida no governo, é conduzida pela presidente Dilma Rousseff, que pensa em algo em torno de 2% ao ano até o fim de 2014.

Hoje, a maioria dos fundos fixados pela taxa Selic já possui lucratividade inferior à da poupança.

O presidente da Ordem dos Economistas do Brasil, Manuel Enriquez Garcia, diz que esse pode ser o impacto imediato da mudança.

A fuga de investidores em direção à poupança é um risco que o governo também avalia porque depende dos recursos para financiar a sua dívida interna.

Hoje, os juros reais, taxa do Banco Central descontada a inflação, são de 3,3%.

O rendimento da poupança, fixado em lei, é uma mistura da variação da TR, Taxa Referencial, mais 6,17% ao ano.

A principal intenção do Planalto ao reduzir os juros é promover mais crédito e, consequentemente, aquecer a economia.

Assessor da Fecomércio, Federação do Comércio de São Paulo, Altamiro Carvalho, diz que a população de baixa renda pode se beneficiar com a mudança.

Ainda hoje, Dilma Rousseff deve apresentar a proposta sobre as mudanças de regras ao Conselho Político.

Depois, a presidente conversa com líderes da base, empresários e sindicalistas.

Se tudo der certo, as alterações na poupança devem ser anunciadas em seguida e podem ser feitas por Medida Provisória. 

Mesmo que os juros cheguem ao patamar de 2 por cento ao ano, o Brasil ainda estará atrás de países como os Estados Unidos, onde o índice é negativo.</description><itunes:subtitle>A "migração" de investidores pode ser a principal consequência da eventual redução dos juros reais da economia com alterações na remuneração da poupança.

A proposta, já discutida no governo, é conduzida pela presidente Dilma Rousseff, que pensa em algo em torno de 2% ao ano até o fim de 2014.

Hoje, a maioria dos fundos fixados pela taxa Selic já possui lucratividade inferior à da poupança.

O presidente da Ordem dos Economistas do Brasil, Manuel Enriquez Garcia, diz que esse pode ser o impacto imediato da mudança.

A fuga de investidores em direção à poupança é um risco que o governo também avalia porque depende dos recursos para financiar a sua dívida interna.

Hoje, os juros reais, taxa do Banco Central descontada a inflação, são de 3,3%.

O rendimento da poupança, fixado em lei, é uma mistura da variação da TR, Taxa Referencial, mais 6,17% ao ano.

A principal intenção do Planalto ao reduzir os juros é promover mais crédito e, consequentemente, aquecer a economia.

Assessor da Fecomércio, Federação do Comércio de São Paulo, Altamiro Carvalho, diz que a população de baixa renda pode se beneficiar com a mudança.

Ainda hoje, Dilma Rousseff deve apresentar a proposta sobre as mudanças de regras ao Conselho Político.

Depois, a presidente conversa com líderes da base, empresários e sindicalistas.

Se tudo der certo, as alterações na poupança devem ser anunciadas em seguida e podem ser feitas por Medida Provisória. 

Mesmo que os juros cheguem ao patamar de 2 por cento ao ano, o Brasil ainda estará atrás de países como os Estados Unidos, onde o índice é negativo.</itunes:subtitle><pubDate>3/5/2012 07:35:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120503_prh_poupanca_juros.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>A "migração" de investidores pode ser a principal consequência da eventual redução dos juros reais da economia com alterações na remuneração da poupança.

A proposta, já discutida no governo, é conduzida pela presidente Dilma Rousseff, que pensa em algo em torno de 2% ao ano até o fim de 2014.

Hoje, a maioria dos fundos fixados pela taxa Selic já possui lucratividade inferior à da poupança.

O presidente da Ordem dos Economistas do Brasil, Manuel Enriquez Garcia, diz que esse pode ser o impacto imediato da mudança.

A fuga de investidores em direção à poupança é um risco que o governo também avalia porque depende dos recursos para financiar a sua dívida interna.

Hoje, os juros reais, taxa do Banco Central descontada a inflação, são de 3,3%.

O rendimento da poupança, fixado em lei, é uma mistura da variação da TR, Taxa Referencial, mais 6,17% ao ano.

A principal intenção do Planalto ao reduzir os juros é promover mais crédito e, consequentemente, aquecer a economia.

Assessor da Fecomércio, Federação do Comércio de São Paulo, Altamiro Carvalho, diz que a população de baixa renda pode se beneficiar com a mudança.

Ainda hoje, Dilma Rousseff deve apresentar a proposta sobre as mudanças de regras ao Conselho Político.

Depois, a presidente conversa com líderes da base, empresários e sindicalistas.

Se tudo der certo, as alterações na poupança devem ser anunciadas em seguida e podem ser feitas por Medida Provisória. 

Mesmo que os juros cheguem ao patamar de 2 por cento ao ano, o Brasil ainda estará atrás de países como os Estados Unidos, onde o índice é negativo.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Especialista analisa condição do trabalhador brasileiro nos últimos anos</title><description>O professor do departamento de Economia da PUC-SP, Antônio Corrêa de Lacerda, foi entrevistado no Jornal Gente neste Dia do Trabalho.

Para Lacerda, o crescimento do país em combinação com o controle da inflação aumentou a demanda por empregos. Segundo o professor da PUC, esta combinação gera um "ciclo virtuoso" já que os salários acima da inflação fazem o trabalhador consumir mais e contribuir para uma economia forte.

Porem, o especialista afirma que temos muito a evoluir em termos de "qualidade de vida", já que o transporte, moradia e infra-estrutura estão defasadas e exigem ações mais rápidas do governo.</description><itunes:subtitle>O professor do departamento de Economia da PUC-SP, Antônio Corrêa de Lacerda, foi entrevistado no Jornal Gente neste Dia do Trabalho.

Para Lacerda, o crescimento do país em combinação com o controle da inflação aumentou a demanda por empregos. Segundo o professor da PUC, esta combinação gera um "ciclo virtuoso" já que os salários acima da inflação fazem o trabalhador consumir mais e contribuir para uma economia forte.

Porem, o especialista afirma que temos muito a evoluir em termos de "qualidade de vida", já que o transporte, moradia e infra-estrutura estão defasadas e exigem ações mais rápidas do governo.</itunes:subtitle><pubDate>1/5/2012 13:44:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120501_gen_trabalho.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>O professor do departamento de Economia da PUC-SP, Antônio Corrêa de Lacerda, foi entrevistado no Jornal Gente neste Dia do Trabalho.

Para Lacerda, o crescimento do país em combinação com o controle da inflação aumentou a demanda por empregos. Segundo o professor da PUC, esta combinação gera um "ciclo virtuoso" já que os salários acima da inflação fazem o trabalhador consumir mais e contribuir para uma economia forte.

Porem, o especialista afirma que temos muito a evoluir em termos de "qualidade de vida", já que o transporte, moradia e infra-estrutura estão defasadas e exigem ações mais rápidas do governo.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Advogado tributarista Raul Haidar fala sobre o histórico das reformas tributárias no Brasil</title><description>Segundo o magistrado, a grande reforma tributária de 1965 foi "quase perfeita", mas cometeu um único erro grave.

Para Haidar, o problema foi manter na legislação dois impostos sobre o consumo com duas competências diferentes. Isso gerou uma distorção terrível que facilitou a sonegação de impostos.

Advogado tributarista Raul Haidar foi entrevistado por José Paulo de Andrade e Salomão Ésper no Jornal da Bandeirantes Gente de hoje.</description><itunes:subtitle>Segundo o magistrado, a grande reforma tributária de 1965 foi "quase perfeita", mas cometeu um único erro grave.

Para Haidar, o problema foi manter na legislação dois impostos sobre o consumo com duas competências diferentes. Isso gerou uma distorção terrível que facilitou a sonegação de impostos.

Advogado tributarista Raul Haidar foi entrevistado por José Paulo de Andrade e Salomão Ésper no Jornal da Bandeirantes Gente de hoje.</itunes:subtitle><pubDate>28/4/2012 11:56:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_04/120428_gen_advogado.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>Segundo o magistrado, a grande reforma tributária de 1965 foi "quase perfeita", mas cometeu um único erro grave.

Para Haidar, o problema foi manter na legislação dois impostos sobre o consumo com duas competências diferentes. Isso gerou uma distorção terrível que facilitou a sonegação de impostos.

Advogado tributarista Raul Haidar foi entrevistado por José Paulo de Andrade e Salomão Ésper no Jornal da Bandeirantes Gente de hoje.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Secovi: Valor dos imóveis não deverá subir com redução das taxas de juros para financiamentos</title><description>O preço dos imóveis não deverá subir com a redução das taxas de juros para financiamentos anunciada nesta quarta-feira pela Caixa Econômica Federal.

A afirmação é do vice-presidente de Habitação Econômica do Secovi, Flávio Prando, entrevistado pelo jornalista Milton Parron no programa Ciranda da Cidade.

Segundo ele, as unidades alcançaram nos últimos meses valores que não sugerem mais aumentos, mesmo com a facilidade de crédito imobiliário.

Flávio Prando acrescenta que as demais instituições financeiras deverão seguir a tendência encabeçada pela Caixa.</description><itunes:subtitle>O preço dos imóveis não deverá subir com a redução das taxas de juros para financiamentos anunciada nesta quarta-feira pela Caixa Econômica Federal.

A afirmação é do vice-presidente de Habitação Econômica do Secovi, Flávio Prando, entrevistado pelo jornalista Milton Parron no programa Ciranda da Cidade.

Segundo ele, as unidades alcançaram nos últimos meses valores que não sugerem mais aumentos, mesmo com a facilidade de crédito imobiliário.

Flávio Prando acrescenta que as demais instituições financeiras deverão seguir a tendência encabeçada pela Caixa.</itunes:subtitle><pubDate>25/4/2012 14:30:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_04/120425_cir_caixa.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>O preço dos imóveis não deverá subir com a redução das taxas de juros para financiamentos anunciada nesta quarta-feira pela Caixa Econômica Federal.

A afirmação é do vice-presidente de Habitação Econômica do Secovi, Flávio Prando, entrevistado pelo jornalista Milton Parron no programa Ciranda da Cidade.

Segundo ele, as unidades alcançaram nos últimos meses valores que não sugerem mais aumentos, mesmo com a facilidade de crédito imobiliário.

Flávio Prando acrescenta que as demais instituições financeiras deverão seguir a tendência encabeçada pela Caixa.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Congresso aprova a regra que unifica em 4% o ICMS cobrado na entrada de produtos importados no país</title><description>A resolução tem o objetivo de acabar com a Guerra Fiscal entre portos brasileiros.

Até a mudança, alguns Estados diminuíam os impostos para atrair desembarques e arrecadar mais, o que prejudicava indiretamente a indústria brasileira. 

O senador Armando Monteiro Neto, do PTB de Pernambuco, aponta os setores mais afetados. 

Goiás, Santa Catarina e Espírito Santo são os Estados que promovem atualmente uma política de impostos mais atraente à entrada de produtos estrangeiros. 

Agora, a tendência é a de que diminuam a arrecadação dos tributos nos portos.  

Os parlamentares das três regiões também foram derrotados na busca pela alteração gradual da alíquota, destaca o senador Romero Jucá, do PMDB de Roraima.

A alíquota única do ICMS entrará em vigor em 2013 e não valerá para componentes importados usados na fabricação de produtos da Zona Franca de Manaus.</description><itunes:subtitle>A resolução tem o objetivo de acabar com a Guerra Fiscal entre portos brasileiros.

Até a mudança, alguns Estados diminuíam os impostos para atrair desembarques e arrecadar mais, o que prejudicava indiretamente a indústria brasileira. 

O senador Armando Monteiro Neto, do PTB de Pernambuco, aponta os setores mais afetados. 

Goiás, Santa Catarina e Espírito Santo são os Estados que promovem atualmente uma política de impostos mais atraente à entrada de produtos estrangeiros. 

Agora, a tendência é a de que diminuam a arrecadação dos tributos nos portos.  

Os parlamentares das três regiões também foram derrotados na busca pela alteração gradual da alíquota, destaca o senador Romero Jucá, do PMDB de Roraima.

A alíquota única do ICMS entrará em vigor em 2013 e não valerá para componentes importados usados na fabricação de produtos da Zona Franca de Manaus.</itunes:subtitle><pubDate>25/4/2012 07:34:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_04/120425_prh_unificar_icms.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>A resolução tem o objetivo de acabar com a Guerra Fiscal entre portos brasileiros.

Até a mudança, alguns Estados diminuíam os impostos para atrair desembarques e arrecadar mais, o que prejudicava indiretamente a indústria brasileira. 

O senador Armando Monteiro Neto, do PTB de Pernambuco, aponta os setores mais afetados. 

Goiás, Santa Catarina e Espírito Santo são os Estados que promovem atualmente uma política de impostos mais atraente à entrada de produtos estrangeiros. 

Agora, a tendência é a de que diminuam a arrecadação dos tributos nos portos.  

Os parlamentares das três regiões também foram derrotados na busca pela alteração gradual da alíquota, destaca o senador Romero Jucá, do PMDB de Roraima.

A alíquota única do ICMS entrará em vigor em 2013 e não valerá para componentes importados usados na fabricação de produtos da Zona Franca de Manaus.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>IR 2012: Auditor da Receita esclarece dúvidas de ouvintes sobre a declaração</title><description>Os brasileiros que moram há mais de 12 meses no exterior devem apresentar a Declaração de Saída Definitiva do País à Receita Federal.

Com isso, o contribuinte será considerado não-residente no Brasil e não terá mais a obrigação de ajustar as informações do Imposto de Renda.

O documento garante, por exemplo, o envio de dinheiro sem a necessidade de retratação ao Fisco.

O auditor da Receita Federal Luiz Monteiro explica que a Declaração de Saída Definitiva do País pode ser acessada pelo site receita.fazenda.gov.br.

Cerca de 46% dos 25 milhões de contribuintes ainda não entregaram a declaração do Imposto de Renda referente a 2011.

O prazo, que não é prorrogado há mais de 15 anos, terminará à meia-noite da próxima segunda-feira.

O auditor Luiz Monteiro lembra que a quantidade de acessos na reta final poderá desestabilizar o site da Receita Federal.

O auditor Luiz Monteiro estará na próxima segunda-feira nos estúdios da Rádio Bandeirantes para tirar dúvidas dos nossos ouvintes.</description><itunes:subtitle>Os brasileiros que moram há mais de 12 meses no exterior devem apresentar a Declaração de Saída Definitiva do País à Receita Federal.

Com isso, o contribuinte será considerado não-residente no Brasil e não terá mais a obrigação de ajustar as informações do Imposto de Renda.

O documento garante, por exemplo, o envio de dinheiro sem a necessidade de retratação ao Fisco.

O auditor da Receita Federal Luiz Monteiro explica que a Declaração de Saída Definitiva do País pode ser acessada pelo site receita.fazenda.gov.br.

Cerca de 46% dos 25 milhões de contribuintes ainda não entregaram a declaração do Imposto de Renda referente a 2011.

O prazo, que não é prorrogado há mais de 15 anos, terminará à meia-noite da próxima segunda-feira.

O auditor Luiz Monteiro lembra que a quantidade de acessos na reta final poderá desestabilizar o site da Receita Federal.

O auditor Luiz Monteiro estará na próxima segunda-feira nos estúdios da Rádio Bandeirantes para tirar dúvidas dos nossos ouvintes.</itunes:subtitle><pubDate>23/4/2012 15:22:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_04/120423_cir_receita.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>Os brasileiros que moram há mais de 12 meses no exterior devem apresentar a Declaração de Saída Definitiva do País à Receita Federal.

Com isso, o contribuinte será considerado não-residente no Brasil e não terá mais a obrigação de ajustar as informações do Imposto de Renda.

O documento garante, por exemplo, o envio de dinheiro sem a necessidade de retratação ao Fisco.

O auditor da Receita Federal Luiz Monteiro explica que a Declaração de Saída Definitiva do País pode ser acessada pelo site receita.fazenda.gov.br.

Cerca de 46% dos 25 milhões de contribuintes ainda não entregaram a declaração do Imposto de Renda referente a 2011.

O prazo, que não é prorrogado há mais de 15 anos, terminará à meia-noite da próxima segunda-feira.

O auditor Luiz Monteiro lembra que a quantidade de acessos na reta final poderá desestabilizar o site da Receita Federal.

O auditor Luiz Monteiro estará na próxima segunda-feira nos estúdios da Rádio Bandeirantes para tirar dúvidas dos nossos ouvintes.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Podcast: O Pulo do Gato de 21/04/2012</title><description>Ouça o programa na íntegra.</description><itunes:subtitle>Ouça o programa na íntegra.</itunes:subtitle><pubDate>21/4/2012 16:35:00</pubDate><enclosure url="http://radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_04/120421_pul_podcast.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>Ouça o programa na íntegra.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Espanha condena decisão da Argentina de expropriar a petroleira YPF</title><description>O governo da Espanha anuncia medidas de defesa à decisão das autoridades argentinas de expropriar a YPF, subsidiária da espanhola Repsol.

Nesta segunda-feira, representantes da Casa Rosada tomaram o controle da YPF.

O ministro do Planejamento da Argentina, Julio de Vido, assumiu formalmente a condução da empresa.

Ele foi designado interventor por um decreto da presidente Cristina Kirchner.

A decisão que determina a intervenção transitória na YPF por 30 dias também coloca à frente da petroleira o secretário de Política Econômica, Axel Kicillof.

Kirchner enviou ontem um projeto de lei ao Congresso Nacional que nacionaliza a petroleira no país.

A companhia, segundo a presidente, seria declarada de interesse público nacional.

O governo e as províncias produtoras de petróleo responsabilizam a empresa por não cumprir compromissos de investimento.

As autoridades argentinas dizem que isso obriga o país a importar grandes volumes de gás natural.

Para a Espanha, a medida rompe o clima de cordialidade e amizade que sempre existiu entre as nações. 

O ministro das Relações Exteriores da Espanha, José Manuel Garcia Margallo, destaca que a decisão hostil contra a Repsol atinge todo país.

Especialistas avaliam que a decisão do governo argentino pode causar graves consequências econômicas e políticas no futuro próximo.

Para o professor de Relações Internacionais da Universidade Católica de Brasília Creomar Carvalho de Souza, a medida pode agravar a situação econômica do país.

Ele lembra que a ação é uma quebra de contrato e vai assustar outras empresas internacionais.

Creomar Carvalho de Souza lembra que a empresa espanhola terá de ser indenizada pela nacionalização da YPF.

O governo da Espanha já estuda medidas contra a nacionalização da petroleira e pediu à União Europeia que discuta o problema.</description><itunes:subtitle>O governo da Espanha anuncia medidas de defesa à decisão das autoridades argentinas de expropriar a YPF, subsidiária da espanhola Repsol.

Nesta segunda-feira, representantes da Casa Rosada tomaram o controle da YPF.

O ministro do Planejamento da Argentina, Julio de Vido, assumiu formalmente a condução da empresa.

Ele foi designado interventor por um decreto da presidente Cristina Kirchner.

A decisão que determina a intervenção transitória na YPF por 30 dias também coloca à frente da petroleira o secretário de Política Econômica, Axel Kicillof.

Kirchner enviou ontem um projeto de lei ao Congresso Nacional que nacionaliza a petroleira no país.

A companhia, segundo a presidente, seria declarada de interesse público nacional.

O governo e as províncias produtoras de petróleo responsabilizam a empresa por não cumprir compromissos de investimento.

As autoridades argentinas dizem que isso obriga o país a importar grandes volumes de gás natural.

Para a Espanha, a medida rompe o clima de cordialidade e amizade que sempre existiu entre as nações. 

O ministro das Relações Exteriores da Espanha, José Manuel Garcia Margallo, destaca que a decisão hostil contra a Repsol atinge todo país.

Especialistas avaliam que a decisão do governo argentino pode causar graves consequências econômicas e políticas no futuro próximo.

Para o professor de Relações Internacionais da Universidade Católica de Brasília Creomar Carvalho de Souza, a medida pode agravar a situação econômica do país.

Ele lembra que a ação é uma quebra de contrato e vai assustar outras empresas internacionais.

Creomar Carvalho de Souza lembra que a empresa espanhola terá de ser indenizada pela nacionalização da YPF.

O governo da Espanha já estuda medidas contra a nacionalização da petroleira e pediu à União Europeia que discuta o problema.</itunes:subtitle><pubDate>17/4/2012 07:15:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_04/120417_prh_argentina_ypf.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>O governo da Espanha anuncia medidas de defesa à decisão das autoridades argentinas de expropriar a YPF, subsidiária da espanhola Repsol.

Nesta segunda-feira, representantes da Casa Rosada tomaram o controle da YPF.

O ministro do Planejamento da Argentina, Julio de Vido, assumiu formalmente a condução da empresa.

Ele foi designado interventor por um decreto da presidente Cristina Kirchner.

A decisão que determina a intervenção transitória na YPF por 30 dias também coloca à frente da petroleira o secretário de Política Econômica, Axel Kicillof.

Kirchner enviou ontem um projeto de lei ao Congresso Nacional que nacionaliza a petroleira no país.

A companhia, segundo a presidente, seria declarada de interesse público nacional.

O governo e as províncias produtoras de petróleo responsabilizam a empresa por não cumprir compromissos de investimento.

As autoridades argentinas dizem que isso obriga o país a importar grandes volumes de gás natural.

Para a Espanha, a medida rompe o clima de cordialidade e amizade que sempre existiu entre as nações. 

O ministro das Relações Exteriores da Espanha, José Manuel Garcia Margallo, destaca que a decisão hostil contra a Repsol atinge todo país.

Especialistas avaliam que a decisão do governo argentino pode causar graves consequências econômicas e políticas no futuro próximo.

Para o professor de Relações Internacionais da Universidade Católica de Brasília Creomar Carvalho de Souza, a medida pode agravar a situação econômica do país.

Ele lembra que a ação é uma quebra de contrato e vai assustar outras empresas internacionais.

Creomar Carvalho de Souza lembra que a empresa espanhola terá de ser indenizada pela nacionalização da YPF.

O governo da Espanha já estuda medidas contra a nacionalização da petroleira e pediu à União Europeia que discuta o problema.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>IR 2012: Auditor da Receita esclarece dúvidas de ouvintes sobre a declaração</title><description>Atenção, contribuinte:

O prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda termina em 30/04.

E a Rádio Bandeirantes continua ajudando você a acertar as contas com o Leão!

Toda 2ª-feira, a partir de 14h, o auditor Luiz Monteiro esclarece questões sobre o preenchimento.

Envie já a sua pergunta para o e-mail ciranda@band.com.br ou participe pelo telefone.

Então, fique ligado no Ciranda da Cidade, com Milton Parron.</description><itunes:subtitle>Atenção, contribuinte:

O prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda termina em 30/04.

E a Rádio Bandeirantes continua ajudando você a acertar as contas com o Leão!

Toda 2ª-feira, a partir de 14h, o auditor Luiz Monteiro esclarece questões sobre o preenchimento.

Envie já a sua pergunta para o e-mail ciranda@band.com.br ou participe pelo telefone.

Então, fique ligado no Ciranda da Cidade, com Milton Parron.</itunes:subtitle><pubDate>16/4/2012 17:03:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_04/120416_cir_receita.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>Atenção, contribuinte:

O prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda termina em 30/04.

E a Rádio Bandeirantes continua ajudando você a acertar as contas com o Leão!

Toda 2ª-feira, a partir de 14h, o auditor Luiz Monteiro esclarece questões sobre o preenchimento.

Envie já a sua pergunta para o e-mail ciranda@band.com.br ou participe pelo telefone.

Então, fique ligado no Ciranda da Cidade, com Milton Parron.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Produção de veículos em março cresce 41% com relação a fevereiro</title><description>A produção de veículos em março cresce 41% com relação a fevereiro e 4,5% na comparação com o mesmo período de 2011. 

No primeiro trimestre, no entanto, confrontado com a mesma época de 2011, houve retração de 0,8%.

O presidente da Anfavea, associação nacional dos fabricantes do setor, Cledorvino Belini, diz que ainda assim a previsão é otimista.
 
Ele acredita que medidas como a queda dos juros promovida pelo governo vão permitir um avanço da indústria automotiva de até 4% em 2012.</description><itunes:subtitle>A produção de veículos em março cresce 41% com relação a fevereiro e 4,5% na comparação com o mesmo período de 2011. 

No primeiro trimestre, no entanto, confrontado com a mesma época de 2011, houve retração de 0,8%.

O presidente da Anfavea, associação nacional dos fabricantes do setor, Cledorvino Belini, diz que ainda assim a previsão é otimista.
 
Ele acredita que medidas como a queda dos juros promovida pelo governo vão permitir um avanço da indústria automotiva de até 4% em 2012.</itunes:subtitle><pubDate>5/4/2012 15:34:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_04/120405_j3t_fprado_anfavea.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>A produção de veículos em março cresce 41% com relação a fevereiro e 4,5% na comparação com o mesmo período de 2011. 

No primeiro trimestre, no entanto, confrontado com a mesma época de 2011, houve retração de 0,8%.

O presidente da Anfavea, associação nacional dos fabricantes do setor, Cledorvino Belini, diz que ainda assim a previsão é otimista.
 
Ele acredita que medidas como a queda dos juros promovida pelo governo vão permitir um avanço da indústria automotiva de até 4% em 2012.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>A Caixa Econômica Federal anunciará pacote de redução de juros em linhas de crédito na 2ª-feira</title><description>Depois do Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal vai anunciar um pacote de redução de juros em várias linhas de crédito na próxima segunda-feira.

As iniciativas das duas instituições financeiras beneficiarão os consumidores e as micro e pequenas empresas.

No Banco do Brasil, os juros do crédito rotativo no cartão serão reduzidos para 3% ao mês para os clientes que optarem por receber o salário no estabelecimento.

Para o economista Gilberto Braga, os endividados devem aproveitar a oportunidade, que não deverá durar muito tempo, para negociar os valores.

Em entrevista ao jornalista Milton Parron, no programa Ciranda da Cidade, ele disse que não acredita que o estímulo à economia resultará no aumento da inflação.</description><itunes:subtitle>Depois do Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal vai anunciar um pacote de redução de juros em várias linhas de crédito na próxima segunda-feira.

As iniciativas das duas instituições financeiras beneficiarão os consumidores e as micro e pequenas empresas.

No Banco do Brasil, os juros do crédito rotativo no cartão serão reduzidos para 3% ao mês para os clientes que optarem por receber o salário no estabelecimento.

Para o economista Gilberto Braga, os endividados devem aproveitar a oportunidade, que não deverá durar muito tempo, para negociar os valores.

Em entrevista ao jornalista Milton Parron, no programa Ciranda da Cidade, ele disse que não acredita que o estímulo à economia resultará no aumento da inflação.</itunes:subtitle><pubDate>5/4/2012 14:20:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_04/120405_cir_gilberto_braga.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>Depois do Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal vai anunciar um pacote de redução de juros em várias linhas de crédito na próxima segunda-feira.

As iniciativas das duas instituições financeiras beneficiarão os consumidores e as micro e pequenas empresas.

No Banco do Brasil, os juros do crédito rotativo no cartão serão reduzidos para 3% ao mês para os clientes que optarem por receber o salário no estabelecimento.

Para o economista Gilberto Braga, os endividados devem aproveitar a oportunidade, que não deverá durar muito tempo, para negociar os valores.

Em entrevista ao jornalista Milton Parron, no programa Ciranda da Cidade, ele disse que não acredita que o estímulo à economia resultará no aumento da inflação.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title> A Polícia Militar vai intensificar a fiscalização contra motoristas que dirigem embriagados</title><description>O reforço será feito nesta semana por causa do feriado, mas deverá se tornar permanente.

Segundo Geraldo Alckmin, o governo está investindo pesado para diminuir acidentes provocados por pessoas alcoolizadas.

Sobre a decisão do Superior Tribunal de Justiça de exigir exame de sangue ou do uso do bafômetro para comprovar embriaguez, o governo não vê problema.

Para o secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, o trabalho policial não muda nada e as ações vão continuar.

Só na capital paulista, 80 policiais em 40 viaturas vão montar diariamente 20 bloqueios em pontos estratégicos.</description><itunes:subtitle>O reforço será feito nesta semana por causa do feriado, mas deverá se tornar permanente.

Segundo Geraldo Alckmin, o governo está investindo pesado para diminuir acidentes provocados por pessoas alcoolizadas.

Sobre a decisão do Superior Tribunal de Justiça de exigir exame de sangue ou do uso do bafômetro para comprovar embriaguez, o governo não vê problema.

Para o secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, o trabalho policial não muda nada e as ações vão continuar.

Só na capital paulista, 80 policiais em 40 viaturas vão montar diariamente 20 bloqueios em pontos estratégicos.</itunes:subtitle><pubDate>2/4/2012 16:58:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_04/120402_leiseca.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>O reforço será feito nesta semana por causa do feriado, mas deverá se tornar permanente.

Segundo Geraldo Alckmin, o governo está investindo pesado para diminuir acidentes provocados por pessoas alcoolizadas.

Sobre a decisão do Superior Tribunal de Justiça de exigir exame de sangue ou do uso do bafômetro para comprovar embriaguez, o governo não vê problema.

Para o secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, o trabalho policial não muda nada e as ações vão continuar.

Só na capital paulista, 80 policiais em 40 viaturas vão montar diariamente 20 bloqueios em pontos estratégicos.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>IR 2012: Auditor da Receita esclarece dúvidas de ouvintes sobre a declaração</title><description>O auditor da Receita Federal Luiz Monteiro participa semanalmente para esclarecer dúvidas de ouvintes quanto ao preenchimento da declaração.

Todas as segundas-feiras, até o dia 30/04, quando termina o prazo para a entrega, auditores da Receita estarão no programa Ciranda da Cidade, com Milton Parron.</description><itunes:subtitle>O auditor da Receita Federal Luiz Monteiro participa semanalmente para esclarecer dúvidas de ouvintes quanto ao preenchimento da declaração.

Todas as segundas-feiras, até o dia 30/04, quando termina o prazo para a entrega, auditores da Receita estarão no programa Ciranda da Cidade, com Milton Parron.</itunes:subtitle><pubDate>26/3/2012 15:10:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_03/120326_cir_receita.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>O auditor da Receita Federal Luiz Monteiro participa semanalmente para esclarecer dúvidas de ouvintes quanto ao preenchimento da declaração.

Todas as segundas-feiras, até o dia 30/04, quando termina o prazo para a entrega, auditores da Receita estarão no programa Ciranda da Cidade, com Milton Parron.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>IR 2012: Auditores da Receita vão esclarecer dúvidas de ouvintes sobre a declaração</title><description>O auditor da Receita Federal Luiz Monteiro participa semanalmente para esclarecer dúvidas de ouvintes quanto ao preenchimento da declaração.

Todas as segundas-feiras, até o dia 30/04, quando termina o prazo para a entrega, auditores da Receita estarão no programa Ciranda da Cidade, com Milton Parron.</description><itunes:subtitle>O auditor da Receita Federal Luiz Monteiro participa semanalmente para esclarecer dúvidas de ouvintes quanto ao preenchimento da declaração.

Todas as segundas-feiras, até o dia 30/04, quando termina o prazo para a entrega, auditores da Receita estarão no programa Ciranda da Cidade, com Milton Parron.</itunes:subtitle><pubDate>19/3/2012 15:26:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_03/120319_cir_receita.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>O auditor da Receita Federal Luiz Monteiro participa semanalmente para esclarecer dúvidas de ouvintes quanto ao preenchimento da declaração.

Todas as segundas-feiras, até o dia 30/04, quando termina o prazo para a entrega, auditores da Receita estarão no programa Ciranda da Cidade, com Milton Parron.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Brasil e México adotarão um sistema de cotas móveis para importação de carros do país da A. do Norte</title><description>As mudanças valem por três anos e estabelecem volumes anuais.

De acordo com a Secretaria de Economia do México, as exportações para o Brasil serão limitadas ao valor médio dos negócios fechados nos três anos anteriores. 

Em 2012, por exemplo, o volume de carros não poderá ultrapassar US$1,45 bilhão - uma média entre 2009 e 2011.

Já o sistema de importação de autopeças, continua inalterado. 

O objetivo do acordo é reduzir o déficit comercial com o México e garantir mercado para as montadoras instaladas no Brasil.

Para o presidente em exercício da Associação de Comércio Exterior do Brasil, José Augusto de Castro, a medida é claramente protecionista.</description><itunes:subtitle>As mudanças valem por três anos e estabelecem volumes anuais.

De acordo com a Secretaria de Economia do México, as exportações para o Brasil serão limitadas ao valor médio dos negócios fechados nos três anos anteriores. 

Em 2012, por exemplo, o volume de carros não poderá ultrapassar US$1,45 bilhão - uma média entre 2009 e 2011.

Já o sistema de importação de autopeças, continua inalterado. 

O objetivo do acordo é reduzir o déficit comercial com o México e garantir mercado para as montadoras instaladas no Brasil.

Para o presidente em exercício da Associação de Comércio Exterior do Brasil, José Augusto de Castro, a medida é claramente protecionista.</itunes:subtitle><pubDate>16/3/2012 07:10:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_03/120316_prh_brasil_mexico.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>As mudanças valem por três anos e estabelecem volumes anuais.

De acordo com a Secretaria de Economia do México, as exportações para o Brasil serão limitadas ao valor médio dos negócios fechados nos três anos anteriores. 

Em 2012, por exemplo, o volume de carros não poderá ultrapassar US$1,45 bilhão - uma média entre 2009 e 2011.

Já o sistema de importação de autopeças, continua inalterado. 

O objetivo do acordo é reduzir o déficit comercial com o México e garantir mercado para as montadoras instaladas no Brasil.

Para o presidente em exercício da Associação de Comércio Exterior do Brasil, José Augusto de Castro, a medida é claramente protecionista.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>IR2012: Dicas para preparar sua declaração</title><description>O auditor da Receita Federal Luiz Monteiro participa semanalmente para esclarecer dúvidas de ouvintes quanto ao preenchimento da declaração.

Todas as segundas-feiras, até o dia 30/04, quando termina o prazo para a entrega, auditores da Receita estarão no programa Ciranda da Cidade, com Milton Parron.</description><itunes:subtitle>O auditor da Receita Federal Luiz Monteiro participa semanalmente para esclarecer dúvidas de ouvintes quanto ao preenchimento da declaração.

Todas as segundas-feiras, até o dia 30/04, quando termina o prazo para a entrega, auditores da Receita estarão no programa Ciranda da Cidade, com Milton Parron.</itunes:subtitle><pubDate>12/3/2012 15:19:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_03/120312_cir_receita.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>O auditor da Receita Federal Luiz Monteiro participa semanalmente para esclarecer dúvidas de ouvintes quanto ao preenchimento da declaração.

Todas as segundas-feiras, até o dia 30/04, quando termina o prazo para a entrega, auditores da Receita estarão no programa Ciranda da Cidade, com Milton Parron.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Cap 5: A Indústria Equilibrista - Governo cumpre 17 metas, entre as 36 anunciadas por Dilma</title><description>A principal propaganda da mais recente política industrial do governo, lançada em agosto do ano passado, é a desoneração da folha de pagamento.

Em setores como o de software, móveis, calçadista e têxtil, as empresas passaram a recolher impostos sobre o faturamento.

Com isso, o plano Brasil Maior visa regularizar empregos e combater a informalidade, além de proporcionar ganhos maiores para a indústria.

Essa foi a alternativa encontrada para compensar a perda da arrecadação federal e não causar impacto na Previdência Social.

Bens de capital, materiais de construção e parte do setor automobilístico, foram beneficiados com a prorrogação por 12 meses do IPI reduzido.

Sete meses após o lançamento do pacote, o governo anuncia 17 metas cumpridas, entre as 36 anunciadas pela presidente Dilma Rousseff.   

Esse é o tema do último capítulo da série de reportagens "A Indústria Equilibrista", levada ao ar nesta semana pela Rádio Bandeirantes.

A série de reportagens "A Indústria Equilibrista" foi sonorizada por Everton Massei.</description><itunes:subtitle>A principal propaganda da mais recente política industrial do governo, lançada em agosto do ano passado, é a desoneração da folha de pagamento.

Em setores como o de software, móveis, calçadista e têxtil, as empresas passaram a recolher impostos sobre o faturamento.

Com isso, o plano Brasil Maior visa regularizar empregos e combater a informalidade, além de proporcionar ganhos maiores para a indústria.

Essa foi a alternativa encontrada para compensar a perda da arrecadação federal e não causar impacto na Previdência Social.

Bens de capital, materiais de construção e parte do setor automobilístico, foram beneficiados com a prorrogação por 12 meses do IPI reduzido.

Sete meses após o lançamento do pacote, o governo anuncia 17 metas cumpridas, entre as 36 anunciadas pela presidente Dilma Rousseff.   

Esse é o tema do último capítulo da série de reportagens "A Indústria Equilibrista", levada ao ar nesta semana pela Rádio Bandeirantes.

A série de reportagens "A Indústria Equilibrista" foi sonorizada por Everton Massei.</itunes:subtitle><pubDate>9/3/2012 07:48:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_03/120309_prh_serie_industria_equilibrista5.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>A principal propaganda da mais recente política industrial do governo, lançada em agosto do ano passado, é a desoneração da folha de pagamento.

Em setores como o de software, móveis, calçadista e têxtil, as empresas passaram a recolher impostos sobre o faturamento.

Com isso, o plano Brasil Maior visa regularizar empregos e combater a informalidade, além de proporcionar ganhos maiores para a indústria.

Essa foi a alternativa encontrada para compensar a perda da arrecadação federal e não causar impacto na Previdência Social.

Bens de capital, materiais de construção e parte do setor automobilístico, foram beneficiados com a prorrogação por 12 meses do IPI reduzido.

Sete meses após o lançamento do pacote, o governo anuncia 17 metas cumpridas, entre as 36 anunciadas pela presidente Dilma Rousseff.   

Esse é o tema do último capítulo da série de reportagens "A Indústria Equilibrista", levada ao ar nesta semana pela Rádio Bandeirantes.

A série de reportagens "A Indústria Equilibrista" foi sonorizada por Everton Massei.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item></channel></rss>

