<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><rss version="2.0" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/DTDs/Podcast-1.0.dtd" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"><channel><title>Rádio Bandeirantes Notícias - Política</title><link>http://radiobandeirantes.com.br/</link><description>Noticias da Rádio Bandeirantes - AM 840 / FM 90,9 - Política</description><itunes:subtitle>Noticias da Rádio Bandeirantes - AM 840 / FM 90,9 - Política</itunes:subtitle><language>pt-br</language><copyright>Rádio Bandeirantes</copyright><pubDate>16/5/2012 9:51:21</pubDate><itunes:summary>Noticias da Rádio Bandeirantes - AM 840 / FM 90,9 - Política</itunes:summary><itunes:category text="Information" /><itunes:category text="News" /><itunes:category text="International"><itunes:category text="Brazilian" /></itunes:category><itunes:keywords>notícias, Rádio, bandeirantes, Política</itunes:keywords><item><title>A CPMI do Carlinhos Cachoeira remarca para a próxima terça-feira o depoimento do bicheiro</title><description>O contraventor seria ouvido ontem, mas a sessão foi adiada por causa de uma liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal. 

O ministro Celso de Mello considerou que os advogados de Cachoeira não tiveram acesso aos dados das investigações da Polícia Federal. 

Para corrigir a falha, a comissão aprovou um requerimento permitindo que os defensores do bicheiro possam consultar os documentos. 

Com o fim da restrição, ficou esvaziado o argumento dos advogados para impedir o depoimento no Congresso.

Mas, de acordo com Celso de Mello, a CPMI deverá enviar ao Supremo uma comunicação sobre a liberação da análise dos dados.

O presidente da comissão, senador Vital do Rego, do PMDB, espera que não haja outras manobras jurídicas durante os trabalhos.

O deputado Silvio Costa, do PT, protestou contra a liberação aprovada pelos colegas.

A partir de hoje, os parlamentares poderão verificar a movimentação bancária do contraventor. 

Os integrantes da CPMI concordaram ainda em pedir explicações por escrito ao Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel. 

Em até 5 dias, ele deverá apresentar as razões para não ter encaminhado à Justiça os indícios de envolvimento de políticos com Cachoeira, em 2009.

O deputado Paulo Teixeira, do PT, acredita que continua aberta a possibilidade de Gurgel dar os esclarecimentos pessoalmente.

Na sessão de amanhã, a CPMI deverá analisar a convocação dos governadores citados nas investigações. 

Os diretores da Construtora Delta também foram poupados até agora. 

Carlinhos Cachoeira está preso desde 29/02, acusado de comandar a máfia de jogos ilegais no centro-oeste.

Ontem, três ministros do Superior Tribunal de Justiça negaram mais um pedido de liberdade para o bicheiro.

No Conselho de Ética do Senado, foram ouvidos os delegados responsáveis pelos grampos da conversas entre Demóstenes Torres e Cachoeira.

"Foram mais de quatrocentos contatos telefônicos", destacou o relator do processo, Humberto Costa, do PT. 

A construtora Delta abandonou as obras de mobilidade em Fortaleza, previstas para a Copa de 2014. 

A empreiteira estava ampliando as avenidas no entorno ou que dão acesso ao Castelão, estádio que será utilizado no Mundial.</description><itunes:subtitle>O contraventor seria ouvido ontem, mas a sessão foi adiada por causa de uma liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal. 

O ministro Celso de Mello considerou que os advogados de Cachoeira não tiveram acesso aos dados das investigações da Polícia Federal. 

Para corrigir a falha, a comissão aprovou um requerimento permitindo que os defensores do bicheiro possam consultar os documentos. 

Com o fim da restrição, ficou esvaziado o argumento dos advogados para impedir o depoimento no Congresso.

Mas, de acordo com Celso de Mello, a CPMI deverá enviar ao Supremo uma comunicação sobre a liberação da análise dos dados.

O presidente da comissão, senador Vital do Rego, do PMDB, espera que não haja outras manobras jurídicas durante os trabalhos.

O deputado Silvio Costa, do PT, protestou contra a liberação aprovada pelos colegas.

A partir de hoje, os parlamentares poderão verificar a movimentação bancária do contraventor. 

Os integrantes da CPMI concordaram ainda em pedir explicações por escrito ao Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel. 

Em até 5 dias, ele deverá apresentar as razões para não ter encaminhado à Justiça os indícios de envolvimento de políticos com Cachoeira, em 2009.

O deputado Paulo Teixeira, do PT, acredita que continua aberta a possibilidade de Gurgel dar os esclarecimentos pessoalmente.

Na sessão de amanhã, a CPMI deverá analisar a convocação dos governadores citados nas investigações. 

Os diretores da Construtora Delta também foram poupados até agora. 

Carlinhos Cachoeira está preso desde 29/02, acusado de comandar a máfia de jogos ilegais no centro-oeste.

Ontem, três ministros do Superior Tribunal de Justiça negaram mais um pedido de liberdade para o bicheiro.

No Conselho de Ética do Senado, foram ouvidos os delegados responsáveis pelos grampos da conversas entre Demóstenes Torres e Cachoeira.

"Foram mais de quatrocentos contatos telefônicos", destacou o relator do processo, Humberto Costa, do PT. 

A construtora Delta abandonou as obras de mobilidade em Fortaleza, previstas para a Copa de 2014. 

A empreiteira estava ampliando as avenidas no entorno ou que dão acesso ao Castelão, estádio que será utilizado no Mundial.</itunes:subtitle><pubDate>16/5/2012 07:30:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120516_prh_cpmi_cachoeira.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>O contraventor seria ouvido ontem, mas a sessão foi adiada por causa de uma liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal. 

O ministro Celso de Mello considerou que os advogados de Cachoeira não tiveram acesso aos dados das investigações da Polícia Federal. 

Para corrigir a falha, a comissão aprovou um requerimento permitindo que os defensores do bicheiro possam consultar os documentos. 

Com o fim da restrição, ficou esvaziado o argumento dos advogados para impedir o depoimento no Congresso.

Mas, de acordo com Celso de Mello, a CPMI deverá enviar ao Supremo uma comunicação sobre a liberação da análise dos dados.

O presidente da comissão, senador Vital do Rego, do PMDB, espera que não haja outras manobras jurídicas durante os trabalhos.

O deputado Silvio Costa, do PT, protestou contra a liberação aprovada pelos colegas.

A partir de hoje, os parlamentares poderão verificar a movimentação bancária do contraventor. 

Os integrantes da CPMI concordaram ainda em pedir explicações por escrito ao Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel. 

Em até 5 dias, ele deverá apresentar as razões para não ter encaminhado à Justiça os indícios de envolvimento de políticos com Cachoeira, em 2009.

O deputado Paulo Teixeira, do PT, acredita que continua aberta a possibilidade de Gurgel dar os esclarecimentos pessoalmente.

Na sessão de amanhã, a CPMI deverá analisar a convocação dos governadores citados nas investigações. 

Os diretores da Construtora Delta também foram poupados até agora. 

Carlinhos Cachoeira está preso desde 29/02, acusado de comandar a máfia de jogos ilegais no centro-oeste.

Ontem, três ministros do Superior Tribunal de Justiça negaram mais um pedido de liberdade para o bicheiro.

No Conselho de Ética do Senado, foram ouvidos os delegados responsáveis pelos grampos da conversas entre Demóstenes Torres e Cachoeira.

"Foram mais de quatrocentos contatos telefônicos", destacou o relator do processo, Humberto Costa, do PT. 

A construtora Delta abandonou as obras de mobilidade em Fortaleza, previstas para a Copa de 2014. 

A empreiteira estava ampliando as avenidas no entorno ou que dão acesso ao Castelão, estádio que será utilizado no Mundial.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Brasília: Os prefeitos de todo o país vaiaram Dilma sobre a distribuição dos royalties do petróleo</title><description>Os prefeitos de todo o país vão tentar conquistar alguns benefícios adicionais do governo federal durante a marcha que acontece em Brasília. 

Na cerimônia de abertura, eles foram recebidos pela presidente Dilma Rousseff.

E não ficaram satisfeitos com algumas medidas. 

Dilma anunciou a distribuição de retroescavadeiras e motoniveladoras para municípios com até 50 mil habitantes. 

E ainda um plano para a pavimentação de vias, além da desburocratização dos convênios.

Mas ela não deu a resposta que os prefeitos queriam ouvir em relação à distribuição dos royalties do petróleo e foi vaiada. 

O presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Paulo Ziulkosky, alegou que o petróleo é patrimônio da União.

E deve ser dividido por todos para reforçar o orçamento das cidades.

Os prefeitos também cobraram o repasse de mais de R$20 bilhões em "restos a pagar" e verbas de convênios firmados pela União.

A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvati, reagiu afirmando que as medidas anunciadas pela presidente resolverão o problema.

Os prefeitos continuarão em Brasília até amanhã.</description><itunes:subtitle>Os prefeitos de todo o país vão tentar conquistar alguns benefícios adicionais do governo federal durante a marcha que acontece em Brasília. 

Na cerimônia de abertura, eles foram recebidos pela presidente Dilma Rousseff.

E não ficaram satisfeitos com algumas medidas. 

Dilma anunciou a distribuição de retroescavadeiras e motoniveladoras para municípios com até 50 mil habitantes. 

E ainda um plano para a pavimentação de vias, além da desburocratização dos convênios.

Mas ela não deu a resposta que os prefeitos queriam ouvir em relação à distribuição dos royalties do petróleo e foi vaiada. 

O presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Paulo Ziulkosky, alegou que o petróleo é patrimônio da União.

E deve ser dividido por todos para reforçar o orçamento das cidades.

Os prefeitos também cobraram o repasse de mais de R$20 bilhões em "restos a pagar" e verbas de convênios firmados pela União.

A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvati, reagiu afirmando que as medidas anunciadas pela presidente resolverão o problema.

Os prefeitos continuarão em Brasília até amanhã.</itunes:subtitle><pubDate>16/5/2012 07:27:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120516_prh_prefeitos_vaiam_dilma.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>Os prefeitos de todo o país vão tentar conquistar alguns benefícios adicionais do governo federal durante a marcha que acontece em Brasília. 

Na cerimônia de abertura, eles foram recebidos pela presidente Dilma Rousseff.

E não ficaram satisfeitos com algumas medidas. 

Dilma anunciou a distribuição de retroescavadeiras e motoniveladoras para municípios com até 50 mil habitantes. 

E ainda um plano para a pavimentação de vias, além da desburocratização dos convênios.

Mas ela não deu a resposta que os prefeitos queriam ouvir em relação à distribuição dos royalties do petróleo e foi vaiada. 

O presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Paulo Ziulkosky, alegou que o petróleo é patrimônio da União.

E deve ser dividido por todos para reforçar o orçamento das cidades.

Os prefeitos também cobraram o repasse de mais de R$20 bilhões em "restos a pagar" e verbas de convênios firmados pela União.

A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvati, reagiu afirmando que as medidas anunciadas pela presidente resolverão o problema.

Os prefeitos continuarão em Brasília até amanhã.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Alckmin diz que duplicação do acesso à rodovia dos Tamoios será construída antes do trecho de serra</title><description>Ontem foram iniciadas as obras da ampliação do planalto da estrada, que liga São José dos Campos a Caraguatatuba.

A previsão é que os 49 quilômetros estejam alargados até o fim do ano que vem.

A concorrência para a construção da nova pista da serra, nos moldes do que ocorreu com a Imigrantes, está programada para março de 2013.

Em julho deste ano deve sair a licitação para o trecho entre o fim da Tamoios e São Sebastião e em setembro, a do lado norte - que vai até a praia Martim de Sá.

Geraldo Alckmin explica que a dificuldade para conseguir as licenças da área rica em vegetação nativa antecipou a última etapa.</description><itunes:subtitle>Ontem foram iniciadas as obras da ampliação do planalto da estrada, que liga São José dos Campos a Caraguatatuba.

A previsão é que os 49 quilômetros estejam alargados até o fim do ano que vem.

A concorrência para a construção da nova pista da serra, nos moldes do que ocorreu com a Imigrantes, está programada para março de 2013.

Em julho deste ano deve sair a licitação para o trecho entre o fim da Tamoios e São Sebastião e em setembro, a do lado norte - que vai até a praia Martim de Sá.

Geraldo Alckmin explica que a dificuldade para conseguir as licenças da área rica em vegetação nativa antecipou a última etapa.</itunes:subtitle><pubDate>15/5/2012 17:49:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120515_tamoios.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>Ontem foram iniciadas as obras da ampliação do planalto da estrada, que liga São José dos Campos a Caraguatatuba.

A previsão é que os 49 quilômetros estejam alargados até o fim do ano que vem.

A concorrência para a construção da nova pista da serra, nos moldes do que ocorreu com a Imigrantes, está programada para março de 2013.

Em julho deste ano deve sair a licitação para o trecho entre o fim da Tamoios e São Sebastião e em setembro, a do lado norte - que vai até a praia Martim de Sá.

Geraldo Alckmin explica que a dificuldade para conseguir as licenças da área rica em vegetação nativa antecipou a última etapa.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Kassab se diz espantado com a evolução patrimonial do diretor Hussain Aref Saab</title><description>O prefeito de São Paulo afirma que ficou espantado quando soube da evolução patrimonial do diretor responsável pela aprovação de empreendimentos da cidade.

Desde que assumiu o cargo em 2005, Hussain Aref Saab, de 67 anos, acumulou bens que somados superam os R$50 milhões.

O servidor, que está afastado por decisão da corregedoria do município, adquiriu mais de 106 imóveis ao longo dos sete anos em que esteve na função.

Na lista há meia dúzia de apartamentos em um prédio com vista para o Parque do Ibirapuera, na zona sul da capital, avaliados em R$4 milhões.

Gilberto Kassab revela que aguarda com ansiedade o resultado da apuração sobre o enriquecimento do funcionário público que recebia salário de R$9 mil por mês.</description><itunes:subtitle>O prefeito de São Paulo afirma que ficou espantado quando soube da evolução patrimonial do diretor responsável pela aprovação de empreendimentos da cidade.

Desde que assumiu o cargo em 2005, Hussain Aref Saab, de 67 anos, acumulou bens que somados superam os R$50 milhões.

O servidor, que está afastado por decisão da corregedoria do município, adquiriu mais de 106 imóveis ao longo dos sete anos em que esteve na função.

Na lista há meia dúzia de apartamentos em um prédio com vista para o Parque do Ibirapuera, na zona sul da capital, avaliados em R$4 milhões.

Gilberto Kassab revela que aguarda com ansiedade o resultado da apuração sobre o enriquecimento do funcionário público que recebia salário de R$9 mil por mês.</itunes:subtitle><pubDate>15/5/2012 07:15:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120515_kassab_saab.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>O prefeito de São Paulo afirma que ficou espantado quando soube da evolução patrimonial do diretor responsável pela aprovação de empreendimentos da cidade.

Desde que assumiu o cargo em 2005, Hussain Aref Saab, de 67 anos, acumulou bens que somados superam os R$50 milhões.

O servidor, que está afastado por decisão da corregedoria do município, adquiriu mais de 106 imóveis ao longo dos sete anos em que esteve na função.

Na lista há meia dúzia de apartamentos em um prédio com vista para o Parque do Ibirapuera, na zona sul da capital, avaliados em R$4 milhões.

Gilberto Kassab revela que aguarda com ansiedade o resultado da apuração sobre o enriquecimento do funcionário público que recebia salário de R$9 mil por mês.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Entra em vigor nesta semana a Lei de Acesso à Informação</title><description>A Lei de Acesso à Informação promete tornar mais transparente a gestão pública no Brasil.

A regra, que passará a valer a partir de quarta-feira, regulamenta o direito dos cidadãos de obterem dados que já deveriam estar ao alcance de todos.

Os órgãos dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário terão que implantar serviços gratuitos de informação nos níveis federal, estadual e municipal.

O interessado deverá apenas se identificar e fazer um requerimento simples, sem a necessidade de justificativa, pela internet ou de forma presencial.

O prazo para resposta é de 20 dias, prorrogáveis por mais 10; se o ente público negar o acesso, a recusa, que deverá ser fundamentada, é passível de recurso.</description><itunes:subtitle>A Lei de Acesso à Informação promete tornar mais transparente a gestão pública no Brasil.

A regra, que passará a valer a partir de quarta-feira, regulamenta o direito dos cidadãos de obterem dados que já deveriam estar ao alcance de todos.

Os órgãos dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário terão que implantar serviços gratuitos de informação nos níveis federal, estadual e municipal.

O interessado deverá apenas se identificar e fazer um requerimento simples, sem a necessidade de justificativa, pela internet ou de forma presencial.

O prazo para resposta é de 20 dias, prorrogáveis por mais 10; se o ente público negar o acesso, a recusa, que deverá ser fundamentada, é passível de recurso.</itunes:subtitle><pubDate>14/5/2012 07:15:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120514_prh_lei_informacao.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>A Lei de Acesso à Informação promete tornar mais transparente a gestão pública no Brasil.

A regra, que passará a valer a partir de quarta-feira, regulamenta o direito dos cidadãos de obterem dados que já deveriam estar ao alcance de todos.

Os órgãos dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário terão que implantar serviços gratuitos de informação nos níveis federal, estadual e municipal.

O interessado deverá apenas se identificar e fazer um requerimento simples, sem a necessidade de justificativa, pela internet ou de forma presencial.

O prazo para resposta é de 20 dias, prorrogáveis por mais 10; se o ente público negar o acesso, a recusa, que deverá ser fundamentada, é passível de recurso.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Controladoria Geral da União encontra rombo de quase R$100 milhões nos hospitais do RJ</title><description>As fraudes na aquisição de equipamentos ocorreram entre janeiro de 2009 e abril de 2011.

O caso mais grave foi no centro médico de Bonsucesso.

A compra de exaustores para os banheiros custou trinta e quatro vezes mais do que é cobrado nas lojas.

Para evitar novas fraudes, o Ministério da Saúde centralizou as licitações em Brasília.

E abriu processos administrativos destinados a apurar as responsabilidades e tentar reaver o dinheiro gasto indevidamente. 
 
As alterações deram resultado, ressalta o procurador da CGU, Valdir Teixeira.

Um levantamento do Ministério Público identificou que há mais de quatrocentos leitos fechados em seis hospitais federais.  

O presidente do Sindicado dos Médicos, Júlio Noronha, diz que a situação é preocupante por causa da falta de profissionais para o atendimento. 

O governo federal convocou quatrocentos profissionais para os hospitais da capital fluminense.

E foi prorrogado o prazo de um concurso para médicos.</description><itunes:subtitle>As fraudes na aquisição de equipamentos ocorreram entre janeiro de 2009 e abril de 2011.

O caso mais grave foi no centro médico de Bonsucesso.

A compra de exaustores para os banheiros custou trinta e quatro vezes mais do que é cobrado nas lojas.

Para evitar novas fraudes, o Ministério da Saúde centralizou as licitações em Brasília.

E abriu processos administrativos destinados a apurar as responsabilidades e tentar reaver o dinheiro gasto indevidamente. 
 
As alterações deram resultado, ressalta o procurador da CGU, Valdir Teixeira.

Um levantamento do Ministério Público identificou que há mais de quatrocentos leitos fechados em seis hospitais federais.  

O presidente do Sindicado dos Médicos, Júlio Noronha, diz que a situação é preocupante por causa da falta de profissionais para o atendimento. 

O governo federal convocou quatrocentos profissionais para os hospitais da capital fluminense.

E foi prorrogado o prazo de um concurso para médicos.</itunes:subtitle><pubDate>12/5/2012 20:05:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120512_prh_controladoria.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>As fraudes na aquisição de equipamentos ocorreram entre janeiro de 2009 e abril de 2011.

O caso mais grave foi no centro médico de Bonsucesso.

A compra de exaustores para os banheiros custou trinta e quatro vezes mais do que é cobrado nas lojas.

Para evitar novas fraudes, o Ministério da Saúde centralizou as licitações em Brasília.

E abriu processos administrativos destinados a apurar as responsabilidades e tentar reaver o dinheiro gasto indevidamente. 
 
As alterações deram resultado, ressalta o procurador da CGU, Valdir Teixeira.

Um levantamento do Ministério Público identificou que há mais de quatrocentos leitos fechados em seis hospitais federais.  

O presidente do Sindicado dos Médicos, Júlio Noronha, diz que a situação é preocupante por causa da falta de profissionais para o atendimento. 

O governo federal convocou quatrocentos profissionais para os hospitais da capital fluminense.

E foi prorrogado o prazo de um concurso para médicos.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Prefeitura promete intensificar a fiscalização da Lei Cidade Limpa com foco no setor imobiliário</title><description>A administração municipal notou recentemente o descumprimento das regras nos empreendimentos em construção.

Segundo o Secretário de Coordenação das Subprefeituras, Ronaldo Camargo, as irregularidades serão combatidas, com maior intensidade, já a partir de hoje.
 
Os principais alvos da Prefeitura serão os edifícios que usam painéis luminosos com informações variáveis, o que não é permitido pela lei.
 
Imóveis com placas sobrepostas de vendas e de bancos financiadores também serão autuados.
 
O secretário Ronaldo Camargo diz que as irregularidades prejudicam diretamente os empreendimentos que obedecem as regras.
 
O Secovi, que representa as incorporadoras, informou a Rádio Bandeirantes que o setor está adequado à lei e que os casos de descumprimento são pontuais. 
 
Nesta semana, outra operação da Prefeitura apreendeu cartazes, folhetos colados em postes e faixas irregulares, principalmente na região central.
 
Vinte pessoas foram detidas; elas também serão responsabilizadas por crime ambiental, por causa do volume de lixo gerado.
 
A Prefeitura pretende combater ainda os chamados homens-placas que ficam vestidos com adereços de propagandas em ruas e esquinas da cidade.
 
Neste caso, além do descumprimento das regras, as empresas que contratam os profissionais devem ser responsabilizadas por más condições de trabalho.
 
O valor da multa para quem comete as irregularidades é de R$10 mil.</description><itunes:subtitle>A administração municipal notou recentemente o descumprimento das regras nos empreendimentos em construção.

Segundo o Secretário de Coordenação das Subprefeituras, Ronaldo Camargo, as irregularidades serão combatidas, com maior intensidade, já a partir de hoje.
 
Os principais alvos da Prefeitura serão os edifícios que usam painéis luminosos com informações variáveis, o que não é permitido pela lei.
 
Imóveis com placas sobrepostas de vendas e de bancos financiadores também serão autuados.
 
O secretário Ronaldo Camargo diz que as irregularidades prejudicam diretamente os empreendimentos que obedecem as regras.
 
O Secovi, que representa as incorporadoras, informou a Rádio Bandeirantes que o setor está adequado à lei e que os casos de descumprimento são pontuais. 
 
Nesta semana, outra operação da Prefeitura apreendeu cartazes, folhetos colados em postes e faixas irregulares, principalmente na região central.
 
Vinte pessoas foram detidas; elas também serão responsabilizadas por crime ambiental, por causa do volume de lixo gerado.
 
A Prefeitura pretende combater ainda os chamados homens-placas que ficam vestidos com adereços de propagandas em ruas e esquinas da cidade.
 
Neste caso, além do descumprimento das regras, as empresas que contratam os profissionais devem ser responsabilizadas por más condições de trabalho.
 
O valor da multa para quem comete as irregularidades é de R$10 mil.</itunes:subtitle><pubDate>11/5/2012 07:35:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120511_prh_cidadelimpa.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>A administração municipal notou recentemente o descumprimento das regras nos empreendimentos em construção.

Segundo o Secretário de Coordenação das Subprefeituras, Ronaldo Camargo, as irregularidades serão combatidas, com maior intensidade, já a partir de hoje.
 
Os principais alvos da Prefeitura serão os edifícios que usam painéis luminosos com informações variáveis, o que não é permitido pela lei.
 
Imóveis com placas sobrepostas de vendas e de bancos financiadores também serão autuados.
 
O secretário Ronaldo Camargo diz que as irregularidades prejudicam diretamente os empreendimentos que obedecem as regras.
 
O Secovi, que representa as incorporadoras, informou a Rádio Bandeirantes que o setor está adequado à lei e que os casos de descumprimento são pontuais. 
 
Nesta semana, outra operação da Prefeitura apreendeu cartazes, folhetos colados em postes e faixas irregulares, principalmente na região central.
 
Vinte pessoas foram detidas; elas também serão responsabilizadas por crime ambiental, por causa do volume de lixo gerado.
 
A Prefeitura pretende combater ainda os chamados homens-placas que ficam vestidos com adereços de propagandas em ruas e esquinas da cidade.
 
Neste caso, além do descumprimento das regras, as empresas que contratam os profissionais devem ser responsabilizadas por más condições de trabalho.
 
O valor da multa para quem comete as irregularidades é de R$10 mil.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Dilma Rousseff anuncia os 7 integrantes da Comissão da Verdade</title><description>A Comissão da Verdade vai apurar violações aos direitos humanos, entre 1946 e 1988.

Farão parte do grupo, o ex-ministro da Justiça, José Carlos Dias e o ministro do Superior Tribunal de Justiça, Gilson Dipp.

Também, a advogada da presidente Dilma na época da ditadura, Rosa Maria Cardoso da Cunha e o ex-procurador geral da República, Claudio Fontelles.

Completam a lista, o cientista social Paulo Sérgio Pinheiro, a psicanalista Maria Rita Kehl e o jurista José Paulo Cavalcanti.

A posse dos integrantes da Comissão da Verdade está marcada para a próxima quarta-feira.</description><itunes:subtitle>A Comissão da Verdade vai apurar violações aos direitos humanos, entre 1946 e 1988.

Farão parte do grupo, o ex-ministro da Justiça, José Carlos Dias e o ministro do Superior Tribunal de Justiça, Gilson Dipp.

Também, a advogada da presidente Dilma na época da ditadura, Rosa Maria Cardoso da Cunha e o ex-procurador geral da República, Claudio Fontelles.

Completam a lista, o cientista social Paulo Sérgio Pinheiro, a psicanalista Maria Rita Kehl e o jurista José Paulo Cavalcanti.

A posse dos integrantes da Comissão da Verdade está marcada para a próxima quarta-feira.</itunes:subtitle><pubDate>11/5/2012 07:30:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120511_prh_comissao_verdade.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>A Comissão da Verdade vai apurar violações aos direitos humanos, entre 1946 e 1988.

Farão parte do grupo, o ex-ministro da Justiça, José Carlos Dias e o ministro do Superior Tribunal de Justiça, Gilson Dipp.

Também, a advogada da presidente Dilma na época da ditadura, Rosa Maria Cardoso da Cunha e o ex-procurador geral da República, Claudio Fontelles.

Completam a lista, o cientista social Paulo Sérgio Pinheiro, a psicanalista Maria Rita Kehl e o jurista José Paulo Cavalcanti.

A posse dos integrantes da Comissão da Verdade está marcada para a próxima quarta-feira.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Delegado da "Operação Monte Carlo" da PF contou detalhes do esquema implantado por Cachoeira</title><description>Mateus Rodrigues falou durante quase 10 horas aos parlamentares da CPI mista que apura as atividades do contraventor em Goiás. 

Segundo ele, empresas de laranjas no Brasil, Uruguai, Estados Unidos e Caribe lavavam cerca de R$1 milhão por mês. 

Um terço do valor ficava com Cachoeira, que mantinha contato com políticos e autoridades públicas.
 
Foram citados 82 nomes nas conversas telefônicas gravadas pelos agentes federais. E o governador de Goiás, Marconi Perillo, foi mencionado 260 vezes. 
 
Ele teria vendido uma casa por R$1,4 milhão, que foram pagos com cheques de familiares de Cachoeira. 

O senador Randolfe Rodrigues, do PSOL, defende a convocação de Perillo.

Parlamentares do PSDB, lembram que Perillo, também tucano, já se dispôs a comparecer à CPI. 

Mas o partido quer inclui nas convocações os governadores do Distrito Federal e do Rio de Janeiro, também citados nos grampos.
 
Durante a conversa reservada com o delegado, os advogados de três dos principais suspeitos do esquema de Cachoeira ficaram dentro da sala. 

Representantes da defesa de um ex-diretor da construtora Delta, de Demóstenes Torres e até de Cachoeira acompanharam o depoimento.
 
O presidente da CPMI, Vital do Rego, do PMDB, justificou a autorização.

A senadora Kátia Abreu, do PSD, criticou a decisão.

A construtora Delta, citada pelo delegado, teria repassado R$39 milhões para o esquema de Cachoeira. 
 
Alguns parlamentares questionaram a atual negociação que pode vender a empresa para o grupo JBS, usando dinheiro do BNDES.
 
O deputado Miro Teixeira, do PDT, pediu a intervenção do Ministério Público para tentar bloquear os bens da empresa.

O procurador regional da República no Rio de Janeiro requereu a abertura de inquérito para investigar a venda da Delta para a J&F Participações. 

A solicitação de Nívio de Freitas Silva Filho será submetida ao setor de Patrimônio Público do Ministério Público Federal.

A CPI voltará a se reunir na semana que vem. 

Na agenda da próxima terça-feira, permanece confirmado o depoimento de Carlinhos Cachoeira.</description><itunes:subtitle>Mateus Rodrigues falou durante quase 10 horas aos parlamentares da CPI mista que apura as atividades do contraventor em Goiás. 

Segundo ele, empresas de laranjas no Brasil, Uruguai, Estados Unidos e Caribe lavavam cerca de R$1 milhão por mês. 

Um terço do valor ficava com Cachoeira, que mantinha contato com políticos e autoridades públicas.
 
Foram citados 82 nomes nas conversas telefônicas gravadas pelos agentes federais. E o governador de Goiás, Marconi Perillo, foi mencionado 260 vezes. 
 
Ele teria vendido uma casa por R$1,4 milhão, que foram pagos com cheques de familiares de Cachoeira. 

O senador Randolfe Rodrigues, do PSOL, defende a convocação de Perillo.

Parlamentares do PSDB, lembram que Perillo, também tucano, já se dispôs a comparecer à CPI. 

Mas o partido quer inclui nas convocações os governadores do Distrito Federal e do Rio de Janeiro, também citados nos grampos.
 
Durante a conversa reservada com o delegado, os advogados de três dos principais suspeitos do esquema de Cachoeira ficaram dentro da sala. 

Representantes da defesa de um ex-diretor da construtora Delta, de Demóstenes Torres e até de Cachoeira acompanharam o depoimento.
 
O presidente da CPMI, Vital do Rego, do PMDB, justificou a autorização.

A senadora Kátia Abreu, do PSD, criticou a decisão.

A construtora Delta, citada pelo delegado, teria repassado R$39 milhões para o esquema de Cachoeira. 
 
Alguns parlamentares questionaram a atual negociação que pode vender a empresa para o grupo JBS, usando dinheiro do BNDES.
 
O deputado Miro Teixeira, do PDT, pediu a intervenção do Ministério Público para tentar bloquear os bens da empresa.

O procurador regional da República no Rio de Janeiro requereu a abertura de inquérito para investigar a venda da Delta para a J&F Participações. 

A solicitação de Nívio de Freitas Silva Filho será submetida ao setor de Patrimônio Público do Ministério Público Federal.

A CPI voltará a se reunir na semana que vem. 

Na agenda da próxima terça-feira, permanece confirmado o depoimento de Carlinhos Cachoeira.</itunes:subtitle><pubDate>11/5/2012 07:25:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120511_prh_operacao_montecarlo.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>Mateus Rodrigues falou durante quase 10 horas aos parlamentares da CPI mista que apura as atividades do contraventor em Goiás. 

Segundo ele, empresas de laranjas no Brasil, Uruguai, Estados Unidos e Caribe lavavam cerca de R$1 milhão por mês. 

Um terço do valor ficava com Cachoeira, que mantinha contato com políticos e autoridades públicas.
 
Foram citados 82 nomes nas conversas telefônicas gravadas pelos agentes federais. E o governador de Goiás, Marconi Perillo, foi mencionado 260 vezes. 
 
Ele teria vendido uma casa por R$1,4 milhão, que foram pagos com cheques de familiares de Cachoeira. 

O senador Randolfe Rodrigues, do PSOL, defende a convocação de Perillo.

Parlamentares do PSDB, lembram que Perillo, também tucano, já se dispôs a comparecer à CPI. 

Mas o partido quer inclui nas convocações os governadores do Distrito Federal e do Rio de Janeiro, também citados nos grampos.
 
Durante a conversa reservada com o delegado, os advogados de três dos principais suspeitos do esquema de Cachoeira ficaram dentro da sala. 

Representantes da defesa de um ex-diretor da construtora Delta, de Demóstenes Torres e até de Cachoeira acompanharam o depoimento.
 
O presidente da CPMI, Vital do Rego, do PMDB, justificou a autorização.

A senadora Kátia Abreu, do PSD, criticou a decisão.

A construtora Delta, citada pelo delegado, teria repassado R$39 milhões para o esquema de Cachoeira. 
 
Alguns parlamentares questionaram a atual negociação que pode vender a empresa para o grupo JBS, usando dinheiro do BNDES.
 
O deputado Miro Teixeira, do PDT, pediu a intervenção do Ministério Público para tentar bloquear os bens da empresa.

O procurador regional da República no Rio de Janeiro requereu a abertura de inquérito para investigar a venda da Delta para a J&F Participações. 

A solicitação de Nívio de Freitas Silva Filho será submetida ao setor de Patrimônio Público do Ministério Público Federal.

A CPI voltará a se reunir na semana que vem. 

Na agenda da próxima terça-feira, permanece confirmado o depoimento de Carlinhos Cachoeira.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Nova denúncia de desvio de donativos na Subprefeitura de Ermelino Matarazzo</title><description>Muitos donativos que foram recolhidos há um ano pela Defesa Civil, e deveriam ser levados para os desabrigados da região serrana do Rio de Janeiro, ainda estão em São Paulo.

Estão guardados em um prédio abandonado, onde era a antiga sede da Subprefeitura de Ermelino Matarazzo, na Av. Paranaguá, nº 1633.

A nova denúncia partiu de uma das ONG´s que receberam parte dessas doações desviadas. O responsável por essa Instituição, arrependido, procurou a Rádio Bandeirantes. Confira a gravação.

Tanto o subprefeito de Ermelino Matarazzo, Antonio Sergio Palazzi; quanto o secretário de Serviços, responsável pela Defesa Civil, Dráuzio Barretos; foram procurados pela nossa reportagem, mas até o momento não se manifestaram.</description><itunes:subtitle>Muitos donativos que foram recolhidos há um ano pela Defesa Civil, e deveriam ser levados para os desabrigados da região serrana do Rio de Janeiro, ainda estão em São Paulo.

Estão guardados em um prédio abandonado, onde era a antiga sede da Subprefeitura de Ermelino Matarazzo, na Av. Paranaguá, nº 1633.

A nova denúncia partiu de uma das ONG´s que receberam parte dessas doações desviadas. O responsável por essa Instituição, arrependido, procurou a Rádio Bandeirantes. Confira a gravação.

Tanto o subprefeito de Ermelino Matarazzo, Antonio Sergio Palazzi; quanto o secretário de Serviços, responsável pela Defesa Civil, Dráuzio Barretos; foram procurados pela nossa reportagem, mas até o momento não se manifestaram.</itunes:subtitle><pubDate>10/5/2012 13:20:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120510_jho_ateixeira_donativos.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>Muitos donativos que foram recolhidos há um ano pela Defesa Civil, e deveriam ser levados para os desabrigados da região serrana do Rio de Janeiro, ainda estão em São Paulo.

Estão guardados em um prédio abandonado, onde era a antiga sede da Subprefeitura de Ermelino Matarazzo, na Av. Paranaguá, nº 1633.

A nova denúncia partiu de uma das ONG´s que receberam parte dessas doações desviadas. O responsável por essa Instituição, arrependido, procurou a Rádio Bandeirantes. Confira a gravação.

Tanto o subprefeito de Ermelino Matarazzo, Antonio Sergio Palazzi; quanto o secretário de Serviços, responsável pela Defesa Civil, Dráuzio Barretos; foram procurados pela nossa reportagem, mas até o momento não se manifestaram.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Demóstenes Torres é cassado por quebra de decoro parlamentar</title><description>O Conselho de Ética do Senado abre processo que pode culminar na cassação do mandato de Demóstenes Torres (sem partido/GO) por quebra de decoro parlamentar.
 
O senador é investigado pelo órgão por envolvimento com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, preso em fevereiro pela Polícia Federal. 
</description><itunes:subtitle>O Conselho de Ética do Senado abre processo que pode culminar na cassação do mandato de Demóstenes Torres (sem partido/GO) por quebra de decoro parlamentar.
 
O senador é investigado pelo órgão por envolvimento com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, preso em fevereiro pela Polícia Federal. 
</itunes:subtitle><pubDate>8/5/2012 15:22:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120508_jho_demostenes.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>O Conselho de Ética do Senado abre processo que pode culminar na cassação do mandato de Demóstenes Torres (sem partido/GO) por quebra de decoro parlamentar.
 
O senador é investigado pelo órgão por envolvimento com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, preso em fevereiro pela Polícia Federal. 
</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>François Hollande é eleito presidente da França</title><description>O socialista François Hollande foi eleito o novo presidente da França, vencendo o atual chefe de estado, Nicolas Sarkozy.

Hollande obteve 52% dos votos válidos, enquanto Sarkozy conseguiu apenas 48%.

Esta é a primeira vez que um presidente não é reeleito na França nos últimos 30 anos. A vitória de Hollande também marca a volta do Partido Socialista ao poder, algo que não acontecia desde 1995, com o governo de François Mitterrand.

As informações com o correspondente internacional Milton Blay, direto de Paris:
</description><itunes:subtitle>O socialista François Hollande foi eleito o novo presidente da França, vencendo o atual chefe de estado, Nicolas Sarkozy.

Hollande obteve 52% dos votos válidos, enquanto Sarkozy conseguiu apenas 48%.

Esta é a primeira vez que um presidente não é reeleito na França nos últimos 30 anos. A vitória de Hollande também marca a volta do Partido Socialista ao poder, algo que não acontecia desde 1995, com o governo de François Mitterrand.

As informações com o correspondente internacional Milton Blay, direto de Paris:
</itunes:subtitle><pubDate>6/5/2012 15:49:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120506_blay_franca.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>O socialista François Hollande foi eleito o novo presidente da França, vencendo o atual chefe de estado, Nicolas Sarkozy.

Hollande obteve 52% dos votos válidos, enquanto Sarkozy conseguiu apenas 48%.

Esta é a primeira vez que um presidente não é reeleito na França nos últimos 30 anos. A vitória de Hollande também marca a volta do Partido Socialista ao poder, algo que não acontecia desde 1995, com o governo de François Mitterrand.

As informações com o correspondente internacional Milton Blay, direto de Paris:
</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>O relator do processo contra Demóstenes no Conselho de Ética quer a cassação dele</title><description>Humberto Costa, do PT, entregou ontem o documento com a avaliação preliminar da conduta do parlamentar. 

Gravações feitas pela Polícia Federal contêm evidências do relacionamento de Demóstenes com o empresário de jogos ilegais Carlinhos Cachoeira. 

O relator ressaltou que os grampos demonstraram a suposta incoerência da atuação política do senador. 

Ele se manifestava contra a legalização de jogos de azar, mas tinha pleno conhecimento das atividades de Cachoeira.

Tanto que chegou a alertar o empresário sobre a possibilidade de endurecimento das penas contra os donos de casas de apostas. 

"Os fatos demonstraram a grande capacidade de Demóstenes em demonstrar uma falsa inocência", destaca Humberto Costa. 

O petista cita o último discurso do acusado na tribuna do plenário, em que teria induzido alguns colegas a duvidar da veracidade das acusações.

O relatório deverá ser votado no dia 08/05 pelo Conselho de Ética, quando terminará o prazo para a apresentação da defesa. 

O advogado do parlamentar, Carlos de Almeida Castro, reclama que o tempo é curto.

O presidente do Conselho de Ética adiantou que manterá o cronograma.

Demóstenes Torres não participou da sessão, mas deverá depor no fim do mês na CPMI que investiga a rede de influência de Carlinhos Cachoeira.  

Outro parlamentar envolvido é o deputado Carlos Leréia, do PSDB, suspeito de usar o cartão de crédito do bicheiro.

Em uma conversa telefônica, ele cobra do empresário o repasse de verbas.

O partido deu prazo até terça-feira para que ele se defenda.

O parlamentar se colocou à disposição da CPMI do Cachoeira para prestar esclarecimentos. 

O presidente da comissão exigiu a implantação de um detector de metais e câmera de segurança na sala preparada para as reuniões. 

Dois agentes federais vão vigiar o local para evitar o vazamento de informações, informa Vital do Rêgo.

Em Tocantins, o Ministério Público Federal ajuizou uma ação contra o ex-diretor da Delta Construções Carlos Roberto Duque Pacheco.

Ele teria usado documentos falsos para habilitar a empresa em licitações de limpeza urbana em Anápolis e Catalão, em Goiás, e Itanhaém, em São Paulo.

A documentação ilegal foi apresentada ainda em concorrências na cidade de Palmas, no Tocantins, e no Distrito Federal.</description><itunes:subtitle>Humberto Costa, do PT, entregou ontem o documento com a avaliação preliminar da conduta do parlamentar. 

Gravações feitas pela Polícia Federal contêm evidências do relacionamento de Demóstenes com o empresário de jogos ilegais Carlinhos Cachoeira. 

O relator ressaltou que os grampos demonstraram a suposta incoerência da atuação política do senador. 

Ele se manifestava contra a legalização de jogos de azar, mas tinha pleno conhecimento das atividades de Cachoeira.

Tanto que chegou a alertar o empresário sobre a possibilidade de endurecimento das penas contra os donos de casas de apostas. 

"Os fatos demonstraram a grande capacidade de Demóstenes em demonstrar uma falsa inocência", destaca Humberto Costa. 

O petista cita o último discurso do acusado na tribuna do plenário, em que teria induzido alguns colegas a duvidar da veracidade das acusações.

O relatório deverá ser votado no dia 08/05 pelo Conselho de Ética, quando terminará o prazo para a apresentação da defesa. 

O advogado do parlamentar, Carlos de Almeida Castro, reclama que o tempo é curto.

O presidente do Conselho de Ética adiantou que manterá o cronograma.

Demóstenes Torres não participou da sessão, mas deverá depor no fim do mês na CPMI que investiga a rede de influência de Carlinhos Cachoeira.  

Outro parlamentar envolvido é o deputado Carlos Leréia, do PSDB, suspeito de usar o cartão de crédito do bicheiro.

Em uma conversa telefônica, ele cobra do empresário o repasse de verbas.

O partido deu prazo até terça-feira para que ele se defenda.

O parlamentar se colocou à disposição da CPMI do Cachoeira para prestar esclarecimentos. 

O presidente da comissão exigiu a implantação de um detector de metais e câmera de segurança na sala preparada para as reuniões. 

Dois agentes federais vão vigiar o local para evitar o vazamento de informações, informa Vital do Rêgo.

Em Tocantins, o Ministério Público Federal ajuizou uma ação contra o ex-diretor da Delta Construções Carlos Roberto Duque Pacheco.

Ele teria usado documentos falsos para habilitar a empresa em licitações de limpeza urbana em Anápolis e Catalão, em Goiás, e Itanhaém, em São Paulo.

A documentação ilegal foi apresentada ainda em concorrências na cidade de Palmas, no Tocantins, e no Distrito Federal.</itunes:subtitle><pubDate>4/5/2012 07:31:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120504_prh_vboyadjian_demostenes.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>Humberto Costa, do PT, entregou ontem o documento com a avaliação preliminar da conduta do parlamentar. 

Gravações feitas pela Polícia Federal contêm evidências do relacionamento de Demóstenes com o empresário de jogos ilegais Carlinhos Cachoeira. 

O relator ressaltou que os grampos demonstraram a suposta incoerência da atuação política do senador. 

Ele se manifestava contra a legalização de jogos de azar, mas tinha pleno conhecimento das atividades de Cachoeira.

Tanto que chegou a alertar o empresário sobre a possibilidade de endurecimento das penas contra os donos de casas de apostas. 

"Os fatos demonstraram a grande capacidade de Demóstenes em demonstrar uma falsa inocência", destaca Humberto Costa. 

O petista cita o último discurso do acusado na tribuna do plenário, em que teria induzido alguns colegas a duvidar da veracidade das acusações.

O relatório deverá ser votado no dia 08/05 pelo Conselho de Ética, quando terminará o prazo para a apresentação da defesa. 

O advogado do parlamentar, Carlos de Almeida Castro, reclama que o tempo é curto.

O presidente do Conselho de Ética adiantou que manterá o cronograma.

Demóstenes Torres não participou da sessão, mas deverá depor no fim do mês na CPMI que investiga a rede de influência de Carlinhos Cachoeira.  

Outro parlamentar envolvido é o deputado Carlos Leréia, do PSDB, suspeito de usar o cartão de crédito do bicheiro.

Em uma conversa telefônica, ele cobra do empresário o repasse de verbas.

O partido deu prazo até terça-feira para que ele se defenda.

O parlamentar se colocou à disposição da CPMI do Cachoeira para prestar esclarecimentos. 

O presidente da comissão exigiu a implantação de um detector de metais e câmera de segurança na sala preparada para as reuniões. 

Dois agentes federais vão vigiar o local para evitar o vazamento de informações, informa Vital do Rêgo.

Em Tocantins, o Ministério Público Federal ajuizou uma ação contra o ex-diretor da Delta Construções Carlos Roberto Duque Pacheco.

Ele teria usado documentos falsos para habilitar a empresa em licitações de limpeza urbana em Anápolis e Catalão, em Goiás, e Itanhaém, em São Paulo.

A documentação ilegal foi apresentada ainda em concorrências na cidade de Palmas, no Tocantins, e no Distrito Federal.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Congresso aprova criação de um banco de DNA de condenados por crimes hediondos ou violentos</title><description>A proposta prevê a coleta e análise do DNA em vestígios deixados no local do ato, como sangue, fios de cabelo ou secreções para comparação com outros criminosos.

A presença da evidência, no entanto, não será suficiente para provar a culpa do suspeito, mas apenas atestará uma conexão entre ele e o delito.

O relator da matéria, deputado João Campos, afirma que o objetivo é agilizar as investigações:

O projeto depende da sanção presidencial para virar lei e de regulamentação do Ministério da Justiça.

Nesta quarta-feira, a Câmara dos Deputados também aprovou o texto que aumenta a punição para hospitais que se recusarem a prestar atendimento de emergência.

A matéria entrou na pauta em regime de urgência, depois da morte de um assessor do Ministério do Planejamento.

No início do ano, Duvanier Paiva procurou duas instituições em Brasília, mas ficou sem socorro e morreu de infarto porque não tinha cheque-caução.

O relator do projeto, deputado Arnaldo Faria de Sá, lamenta que o episódio tenha sido necessário para motivar o esforço do governo.

Apesar de ter sido aprovado com agilidade pela Câmara dos Deputados, o projeto ainda precisa ser votado no Senado Federal.</description><itunes:subtitle>A proposta prevê a coleta e análise do DNA em vestígios deixados no local do ato, como sangue, fios de cabelo ou secreções para comparação com outros criminosos.

A presença da evidência, no entanto, não será suficiente para provar a culpa do suspeito, mas apenas atestará uma conexão entre ele e o delito.

O relator da matéria, deputado João Campos, afirma que o objetivo é agilizar as investigações:

O projeto depende da sanção presidencial para virar lei e de regulamentação do Ministério da Justiça.

Nesta quarta-feira, a Câmara dos Deputados também aprovou o texto que aumenta a punição para hospitais que se recusarem a prestar atendimento de emergência.

A matéria entrou na pauta em regime de urgência, depois da morte de um assessor do Ministério do Planejamento.

No início do ano, Duvanier Paiva procurou duas instituições em Brasília, mas ficou sem socorro e morreu de infarto porque não tinha cheque-caução.

O relator do projeto, deputado Arnaldo Faria de Sá, lamenta que o episódio tenha sido necessário para motivar o esforço do governo.

Apesar de ter sido aprovado com agilidade pela Câmara dos Deputados, o projeto ainda precisa ser votado no Senado Federal.</itunes:subtitle><pubDate>3/5/2012 07:50:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120503_prh_dna_criminosos.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>A proposta prevê a coleta e análise do DNA em vestígios deixados no local do ato, como sangue, fios de cabelo ou secreções para comparação com outros criminosos.

A presença da evidência, no entanto, não será suficiente para provar a culpa do suspeito, mas apenas atestará uma conexão entre ele e o delito.

O relator da matéria, deputado João Campos, afirma que o objetivo é agilizar as investigações:

O projeto depende da sanção presidencial para virar lei e de regulamentação do Ministério da Justiça.

Nesta quarta-feira, a Câmara dos Deputados também aprovou o texto que aumenta a punição para hospitais que se recusarem a prestar atendimento de emergência.

A matéria entrou na pauta em regime de urgência, depois da morte de um assessor do Ministério do Planejamento.

No início do ano, Duvanier Paiva procurou duas instituições em Brasília, mas ficou sem socorro e morreu de infarto porque não tinha cheque-caução.

O relator do projeto, deputado Arnaldo Faria de Sá, lamenta que o episódio tenha sido necessário para motivar o esforço do governo.

Apesar de ter sido aprovado com agilidade pela Câmara dos Deputados, o projeto ainda precisa ser votado no Senado Federal.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>A garantia de aposentadoria integral no funcionalismo está extinta</title><description>A lei que cria a chamada Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal foi sancionada ontem pela presidente Dilma Rousseff.

Os novos trabalhadores terão que contribuir se quiserem receber vencimentos acima do teto do INSS, que hoje é de R$3900.

O ministro da Previdência, Garibaldi Alves, afirma que as mudanças farão efeito nas contas públicas a partir de 2030; mas comemora mesmo assim.

Na iniciativa privada, os 28 milhões de aposentados geram déficit de R$37 bilhões.

Em 2011, o prejuízo da Previdência no setor público, que atende a 960 mil servidores, foi de R61 bilhões.

O governo espera reverter esse quadro e passar ter superávit até 2070.

O Funpresp é semelhante ao regime já adotado na iniciativa privada.

O secretário geral do sindicato dos servidores federais, Oton Neves, pretende impugnar a decisão.

O especialista em contas públicas Raul Velloso entende que as críticas dos sindicalistas são corporativistas;

O Funpresp não altera o formato de aposentadoria para os atuais servidores.</description><itunes:subtitle>A lei que cria a chamada Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal foi sancionada ontem pela presidente Dilma Rousseff.

Os novos trabalhadores terão que contribuir se quiserem receber vencimentos acima do teto do INSS, que hoje é de R$3900.

O ministro da Previdência, Garibaldi Alves, afirma que as mudanças farão efeito nas contas públicas a partir de 2030; mas comemora mesmo assim.

Na iniciativa privada, os 28 milhões de aposentados geram déficit de R$37 bilhões.

Em 2011, o prejuízo da Previdência no setor público, que atende a 960 mil servidores, foi de R61 bilhões.

O governo espera reverter esse quadro e passar ter superávit até 2070.

O Funpresp é semelhante ao regime já adotado na iniciativa privada.

O secretário geral do sindicato dos servidores federais, Oton Neves, pretende impugnar a decisão.

O especialista em contas públicas Raul Velloso entende que as críticas dos sindicalistas são corporativistas;

O Funpresp não altera o formato de aposentadoria para os atuais servidores.</itunes:subtitle><pubDate>3/5/2012 07:43:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120503_prh_aposentadoria_ integral.mp3
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Os novos trabalhadores terão que contribuir se quiserem receber vencimentos acima do teto do INSS, que hoje é de R$3900.

O ministro da Previdência, Garibaldi Alves, afirma que as mudanças farão efeito nas contas públicas a partir de 2030; mas comemora mesmo assim.

Na iniciativa privada, os 28 milhões de aposentados geram déficit de R$37 bilhões.

Em 2011, o prejuízo da Previdência no setor público, que atende a 960 mil servidores, foi de R61 bilhões.

O governo espera reverter esse quadro e passar ter superávit até 2070.

O Funpresp é semelhante ao regime já adotado na iniciativa privada.

O secretário geral do sindicato dos servidores federais, Oton Neves, pretende impugnar a decisão.

O especialista em contas públicas Raul Velloso entende que as críticas dos sindicalistas são corporativistas;

O Funpresp não altera o formato de aposentadoria para os atuais servidores.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Cachoeira vai depor no próximo dia 15 na CPMI que investiga as relações do empresário com políticos</title><description>Os deputados e senadores da comissão definiram ontem o cronograma de trabalho. 

Eles aprovaram a quebra dos sigilos bancário e fiscal do contraventor dos últimos 10 anos.

Por enquanto, os parlamentares estão analisando os nove CDs enviados pelos agentes da "Operação Las Vegas" da Polícia Federal. 

Faltam ainda os arquivos sobre a prisão do empresário e mais 30 pessoas envolvidas com o jogo ilegal em Goiás. 

"Será feita uma triagem do material", informa o presidente da CPMI, Vital do Rêgo.

Apenas o presidente e o relator tiveram acesso às informações, que incluem documentos e áudios recolhidos pela Polícia Federal.

O deputado Odair Cunha, do PT, propôs que nos dias 8 e 9 sejam ouvidos os delegados e os procuradores que fizeram a investigação.

Na última semana de maio, deverão se apresentar o ex-diretor da Construtora Delta Cláudio Monteiro e o senador Demóstenes Torres.
 
Os parlamentares não definiram as datas de convocação dos governadores suspeitos de terem ligação com o esquema de Cachoeira.

São eles Marconi Perillo, do PSDB de Goiás, Agnelo Queiroz, do PT do Distrito Federal, e Sérgio Cabral, do PMDB do Rio de Janeiro.

Um detalhe técnico impediu que os três fossem chamados, destaca Odair Cunha. 

Cabral é amigo do ex-presidente da Delta, que tem contratos com o governo fluminense que somam mais de R$1 bilhão.

O presidente afastado da empresa Fernando Cavendish também não precisará comparecer à CPMI.

Alguns parlamentares, como o senador Randolfe Rodrigues, do PSOL, criticaram a aparente falha do comando da comissão.

Os integrantes da comissão não chegaram a um consenso sobre os limites do sigilo das informações que estão sendo repassadas pela Justiça. 

Outra discussão em aberto é a possibilidade de convocação do procurador-geral da República. 

Roberto Gurgel foi responsável por encaminhar as denúncias ao Supremo Tribunal Federal. 

Ele se recusou a comparecer, neste momento, por entender que as investigações ainda não foram concluídas. 

A próxima reunião da CPMI está marcada para a terça-feira da semana que vem.

Na Câmara Legislativa do Distrito Federal será aberta uma apuração sobre a possível influência de aliados de Cachoeira em votações da Casa. 

Uma gravação feita pela Polícia Federal demonstra que o parlamentar Agaciel Maia, do PTC, se rende aos desejos do empresário. 

No áudio, Agaciel conta para José Olimpio Queiroga, preso junto com Cachoeira, que convenceu Cristiano Araújo, do PTB, a dar o mesmo voto.

Eles seriam favoráveis à emenda proposta por Raad Massouh, do PPL, ao projeto de liberação da venda de combustível em shoppings e supermercados. 

O empresário queria a liberação apenas para os novos estabelecimentos.

A nova versão foi aprovada pelo plenário, mas o autor do projeto, o petista Chico Vigilante, entrou com um recurso e a decisão foi anulada.

Raad Massouh e Cristiano Araújo negam qualquer envolvimento com o contraventor.</description><itunes:subtitle>Os deputados e senadores da comissão definiram ontem o cronograma de trabalho. 

Eles aprovaram a quebra dos sigilos bancário e fiscal do contraventor dos últimos 10 anos.

Por enquanto, os parlamentares estão analisando os nove CDs enviados pelos agentes da "Operação Las Vegas" da Polícia Federal. 

Faltam ainda os arquivos sobre a prisão do empresário e mais 30 pessoas envolvidas com o jogo ilegal em Goiás. 

"Será feita uma triagem do material", informa o presidente da CPMI, Vital do Rêgo.

Apenas o presidente e o relator tiveram acesso às informações, que incluem documentos e áudios recolhidos pela Polícia Federal.

O deputado Odair Cunha, do PT, propôs que nos dias 8 e 9 sejam ouvidos os delegados e os procuradores que fizeram a investigação.

Na última semana de maio, deverão se apresentar o ex-diretor da Construtora Delta Cláudio Monteiro e o senador Demóstenes Torres.
 
Os parlamentares não definiram as datas de convocação dos governadores suspeitos de terem ligação com o esquema de Cachoeira.

São eles Marconi Perillo, do PSDB de Goiás, Agnelo Queiroz, do PT do Distrito Federal, e Sérgio Cabral, do PMDB do Rio de Janeiro.

Um detalhe técnico impediu que os três fossem chamados, destaca Odair Cunha. 

Cabral é amigo do ex-presidente da Delta, que tem contratos com o governo fluminense que somam mais de R$1 bilhão.

O presidente afastado da empresa Fernando Cavendish também não precisará comparecer à CPMI.

Alguns parlamentares, como o senador Randolfe Rodrigues, do PSOL, criticaram a aparente falha do comando da comissão.

Os integrantes da comissão não chegaram a um consenso sobre os limites do sigilo das informações que estão sendo repassadas pela Justiça. 

Outra discussão em aberto é a possibilidade de convocação do procurador-geral da República. 

Roberto Gurgel foi responsável por encaminhar as denúncias ao Supremo Tribunal Federal. 

Ele se recusou a comparecer, neste momento, por entender que as investigações ainda não foram concluídas. 

A próxima reunião da CPMI está marcada para a terça-feira da semana que vem.

Na Câmara Legislativa do Distrito Federal será aberta uma apuração sobre a possível influência de aliados de Cachoeira em votações da Casa. 

Uma gravação feita pela Polícia Federal demonstra que o parlamentar Agaciel Maia, do PTC, se rende aos desejos do empresário. 

No áudio, Agaciel conta para José Olimpio Queiroga, preso junto com Cachoeira, que convenceu Cristiano Araújo, do PTB, a dar o mesmo voto.

Eles seriam favoráveis à emenda proposta por Raad Massouh, do PPL, ao projeto de liberação da venda de combustível em shoppings e supermercados. 

O empresário queria a liberação apenas para os novos estabelecimentos.

A nova versão foi aprovada pelo plenário, mas o autor do projeto, o petista Chico Vigilante, entrou com um recurso e a decisão foi anulada.

Raad Massouh e Cristiano Araújo negam qualquer envolvimento com o contraventor.</itunes:subtitle><pubDate>3/5/2012 07:24:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120503_prh_cahoeira_depoimento.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>Os deputados e senadores da comissão definiram ontem o cronograma de trabalho. 

Eles aprovaram a quebra dos sigilos bancário e fiscal do contraventor dos últimos 10 anos.

Por enquanto, os parlamentares estão analisando os nove CDs enviados pelos agentes da "Operação Las Vegas" da Polícia Federal. 

Faltam ainda os arquivos sobre a prisão do empresário e mais 30 pessoas envolvidas com o jogo ilegal em Goiás. 

"Será feita uma triagem do material", informa o presidente da CPMI, Vital do Rêgo.

Apenas o presidente e o relator tiveram acesso às informações, que incluem documentos e áudios recolhidos pela Polícia Federal.

O deputado Odair Cunha, do PT, propôs que nos dias 8 e 9 sejam ouvidos os delegados e os procuradores que fizeram a investigação.

Na última semana de maio, deverão se apresentar o ex-diretor da Construtora Delta Cláudio Monteiro e o senador Demóstenes Torres.
 
Os parlamentares não definiram as datas de convocação dos governadores suspeitos de terem ligação com o esquema de Cachoeira.

São eles Marconi Perillo, do PSDB de Goiás, Agnelo Queiroz, do PT do Distrito Federal, e Sérgio Cabral, do PMDB do Rio de Janeiro.

Um detalhe técnico impediu que os três fossem chamados, destaca Odair Cunha. 

Cabral é amigo do ex-presidente da Delta, que tem contratos com o governo fluminense que somam mais de R$1 bilhão.

O presidente afastado da empresa Fernando Cavendish também não precisará comparecer à CPMI.

Alguns parlamentares, como o senador Randolfe Rodrigues, do PSOL, criticaram a aparente falha do comando da comissão.

Os integrantes da comissão não chegaram a um consenso sobre os limites do sigilo das informações que estão sendo repassadas pela Justiça. 

Outra discussão em aberto é a possibilidade de convocação do procurador-geral da República. 

Roberto Gurgel foi responsável por encaminhar as denúncias ao Supremo Tribunal Federal. 

Ele se recusou a comparecer, neste momento, por entender que as investigações ainda não foram concluídas. 

A próxima reunião da CPMI está marcada para a terça-feira da semana que vem.

Na Câmara Legislativa do Distrito Federal será aberta uma apuração sobre a possível influência de aliados de Cachoeira em votações da Casa. 

Uma gravação feita pela Polícia Federal demonstra que o parlamentar Agaciel Maia, do PTC, se rende aos desejos do empresário. 

No áudio, Agaciel conta para José Olimpio Queiroga, preso junto com Cachoeira, que convenceu Cristiano Araújo, do PTB, a dar o mesmo voto.

Eles seriam favoráveis à emenda proposta por Raad Massouh, do PPL, ao projeto de liberação da venda de combustível em shoppings e supermercados. 

O empresário queria a liberação apenas para os novos estabelecimentos.

A nova versão foi aprovada pelo plenário, mas o autor do projeto, o petista Chico Vigilante, entrou com um recurso e a decisão foi anulada.

Raad Massouh e Cristiano Araújo negam qualquer envolvimento com o contraventor.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Levy Fidelix nega ter relações com Cachoeira </title><description>Em entrevista à Rádio Bandeirantes, durante o Manhã Bandeirantes, o presidente nacional do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro negou ter relações com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. 

Ele afirmou não conhecer o empresário nem o assessor Idalberto Matias de Araújo, o Dadá.  

Gravações mostram Cachoeira e Dadá tratando de negociações. Segundo a Polícia Federal, ambos tentaram comprar o controle do diretório estadual do partido, em Goiás.   

Levy Fidélix é conhecido por suas campanhas em que defende a implantação do aerotrem, um sistema de transporte por trilhos. Ele confirmou que deve sair candidato à Prefeitura de São Paulo.

Segundo ele, a citação de seu nome nas investigações faz parte da "nacionalização da campanha de São Paulo".

O presidente nacional do PRTB disse que a citação de seu nome nas gravações não fazem nenhum sentido. "Meu partido foi enxovalhado com essa coisa toda".</description><itunes:subtitle>Em entrevista à Rádio Bandeirantes, durante o Manhã Bandeirantes, o presidente nacional do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro negou ter relações com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. 

Ele afirmou não conhecer o empresário nem o assessor Idalberto Matias de Araújo, o Dadá.  

Gravações mostram Cachoeira e Dadá tratando de negociações. Segundo a Polícia Federal, ambos tentaram comprar o controle do diretório estadual do partido, em Goiás.   

Levy Fidélix é conhecido por suas campanhas em que defende a implantação do aerotrem, um sistema de transporte por trilhos. Ele confirmou que deve sair candidato à Prefeitura de São Paulo.

Segundo ele, a citação de seu nome nas investigações faz parte da "nacionalização da campanha de São Paulo".

O presidente nacional do PRTB disse que a citação de seu nome nas gravações não fazem nenhum sentido. "Meu partido foi enxovalhado com essa coisa toda".</itunes:subtitle><pubDate>2/5/2012 10:25:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120502_mnb_levi_fidelix.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>Em entrevista à Rádio Bandeirantes, durante o Manhã Bandeirantes, o presidente nacional do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro negou ter relações com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. 

Ele afirmou não conhecer o empresário nem o assessor Idalberto Matias de Araújo, o Dadá.  

Gravações mostram Cachoeira e Dadá tratando de negociações. Segundo a Polícia Federal, ambos tentaram comprar o controle do diretório estadual do partido, em Goiás.   

Levy Fidélix é conhecido por suas campanhas em que defende a implantação do aerotrem, um sistema de transporte por trilhos. Ele confirmou que deve sair candidato à Prefeitura de São Paulo.

Segundo ele, a citação de seu nome nas investigações faz parte da "nacionalização da campanha de São Paulo".

O presidente nacional do PRTB disse que a citação de seu nome nas gravações não fazem nenhum sentido. "Meu partido foi enxovalhado com essa coisa toda".</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Série Pré-candidatos: Soninha Francine, do PPS, afirma que se eleita saberá lidar bem com a Câmara</title><description>"É para valer, embora todos desconfiem do contrário".

É assim que a pré-candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo garante que não vai retirar a candidatura às vésperas das eleições.

Soninha Francine foi entrevistada no Jornal Gente, hoje, na série com os postulantes à sucessão de Gilberto Kassab.

Entrevistada por José Paulo de Andrade, Salomão Ésper, Joelmir Beting e Rafael Colombo, ela disse que entrou na disputa pra ficar.

Jornalista, ex-vereadora e ex-subprefeita da região da Lapa, Soninha afirma que se eleita saberá lidar bem com a Câmara.

Para evitar conflitos, mas sem aderir à barganha pela barganha, ela promete se antecipar.

A ideia é conhecer de antemão os projetos dos vereadores para aprovar só o que for de interesse público e liberar emendas só para boas propostas.

Entre elas, as que tratem de problemas estruturais da cidade, como as áreas de educação e transporte, segundo a pré-candidata.

Numa eventual gestão do PPS, o CEU, por exemplo, passaria por mudanças.

Em relação ao transporte público, Soninha Francine diz que há medidas pontuais que podem ser adotadas.

A pré-candidata do PPS à prefeitura de São Paulo foi ouvida hoje no Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes.

Soninha Francine confirmou a participação no debate entre os candidatos a prefeito de São Paulo, que será realizado pelo Grupo Bandeirantes no dia 02/08. </description><itunes:subtitle>"É para valer, embora todos desconfiem do contrário".

É assim que a pré-candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo garante que não vai retirar a candidatura às vésperas das eleições.

Soninha Francine foi entrevistada no Jornal Gente, hoje, na série com os postulantes à sucessão de Gilberto Kassab.

Entrevistada por José Paulo de Andrade, Salomão Ésper, Joelmir Beting e Rafael Colombo, ela disse que entrou na disputa pra ficar.

Jornalista, ex-vereadora e ex-subprefeita da região da Lapa, Soninha afirma que se eleita saberá lidar bem com a Câmara.

Para evitar conflitos, mas sem aderir à barganha pela barganha, ela promete se antecipar.

A ideia é conhecer de antemão os projetos dos vereadores para aprovar só o que for de interesse público e liberar emendas só para boas propostas.

Entre elas, as que tratem de problemas estruturais da cidade, como as áreas de educação e transporte, segundo a pré-candidata.

Numa eventual gestão do PPS, o CEU, por exemplo, passaria por mudanças.

Em relação ao transporte público, Soninha Francine diz que há medidas pontuais que podem ser adotadas.

A pré-candidata do PPS à prefeitura de São Paulo foi ouvida hoje no Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes.

Soninha Francine confirmou a participação no debate entre os candidatos a prefeito de São Paulo, que será realizado pelo Grupo Bandeirantes no dia 02/08. </itunes:subtitle><pubDate>2/5/2012 09:30:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120502_gen_soninha.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>"É para valer, embora todos desconfiem do contrário".

É assim que a pré-candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo garante que não vai retirar a candidatura às vésperas das eleições.

Soninha Francine foi entrevistada no Jornal Gente, hoje, na série com os postulantes à sucessão de Gilberto Kassab.

Entrevistada por José Paulo de Andrade, Salomão Ésper, Joelmir Beting e Rafael Colombo, ela disse que entrou na disputa pra ficar.

Jornalista, ex-vereadora e ex-subprefeita da região da Lapa, Soninha afirma que se eleita saberá lidar bem com a Câmara.

Para evitar conflitos, mas sem aderir à barganha pela barganha, ela promete se antecipar.

A ideia é conhecer de antemão os projetos dos vereadores para aprovar só o que for de interesse público e liberar emendas só para boas propostas.

Entre elas, as que tratem de problemas estruturais da cidade, como as áreas de educação e transporte, segundo a pré-candidata.

Numa eventual gestão do PPS, o CEU, por exemplo, passaria por mudanças.

Em relação ao transporte público, Soninha Francine diz que há medidas pontuais que podem ser adotadas.

A pré-candidata do PPS à prefeitura de São Paulo foi ouvida hoje no Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes.

Soninha Francine confirmou a participação no debate entre os candidatos a prefeito de São Paulo, que será realizado pelo Grupo Bandeirantes no dia 02/08. </itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>Novo ministro do Trabalho pretende neste momento atuar pela reunificação do PDT</title><description>A escolha de Brizola Neto desagradou alguns integrantes do partido.
 
Segundo ele, eventuais divergências não podem ser maiores do que a aliança com o governo.

Sobre questões trabalhistas a serem priorizadas, Brizola Neto diz que vai se pronunciar apenas quando assumir o cargo, amanhã.

No entanto, adianta que um dos grandes desafios será aumentar a produtividade. 

Brizola Neto terá pela frente reivindicações dos trabalhadores que ao mesmo tempo são questões espinhosas para o governo.

Entre elas, a redução da jornada de trabalho e o fim do fator previdenciário.</description><itunes:subtitle>A escolha de Brizola Neto desagradou alguns integrantes do partido.
 
Segundo ele, eventuais divergências não podem ser maiores do que a aliança com o governo.

Sobre questões trabalhistas a serem priorizadas, Brizola Neto diz que vai se pronunciar apenas quando assumir o cargo, amanhã.

No entanto, adianta que um dos grandes desafios será aumentar a produtividade. 

Brizola Neto terá pela frente reivindicações dos trabalhadores que ao mesmo tempo são questões espinhosas para o governo.

Entre elas, a redução da jornada de trabalho e o fim do fator previdenciário.</itunes:subtitle><pubDate>2/5/2012 07:30:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120502_prh_brizola_neto_trabalho.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>A escolha de Brizola Neto desagradou alguns integrantes do partido.
 
Segundo ele, eventuais divergências não podem ser maiores do que a aliança com o governo.

Sobre questões trabalhistas a serem priorizadas, Brizola Neto diz que vai se pronunciar apenas quando assumir o cargo, amanhã.

No entanto, adianta que um dos grandes desafios será aumentar a produtividade. 

Brizola Neto terá pela frente reivindicações dos trabalhadores que ao mesmo tempo são questões espinhosas para o governo.

Entre elas, a redução da jornada de trabalho e o fim do fator previdenciário.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item><item><title>SP: Um projeto apresentado na Câmara proíbe os supermercados de distribuir caixas de papelão usadas</title><description>Autor da proposta, o vereador Francisco Chagas, do PT, se diz favorável ao fornecimento gratuito de sacolas plásticas.

Com a proibição, a alternativa hoje oferecida para o transporte das compras é a pior possível, de acordo com o parlamentar.

Além de vereador, Francisco Chagas é diretor do Sindicato dos Trabalhadores Químicos e Plásticos de São Paulo.

Ele avalia que no fundo a questão é econômica, e diz que a entidade recorreu à Justiça contra o fim da distribuição das sacolinhas.

A Rádio Bandeirantes procurou a Associação Paulista de Supermercados, que preferiu não se pronunciar sobre o projeto do vereador.</description><itunes:subtitle>Autor da proposta, o vereador Francisco Chagas, do PT, se diz favorável ao fornecimento gratuito de sacolas plásticas.

Com a proibição, a alternativa hoje oferecida para o transporte das compras é a pior possível, de acordo com o parlamentar.

Além de vereador, Francisco Chagas é diretor do Sindicato dos Trabalhadores Químicos e Plásticos de São Paulo.

Ele avalia que no fundo a questão é econômica, e diz que a entidade recorreu à Justiça contra o fim da distribuição das sacolinhas.

A Rádio Bandeirantes procurou a Associação Paulista de Supermercados, que preferiu não se pronunciar sobre o projeto do vereador.</itunes:subtitle><pubDate>1/5/2012 14:45:00</pubDate><enclosure url="http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_05/120501_cir_francisco_chagas_papelao.mp3" type="audio/mpeg" length="4129275" /><itunes:duration>01:00</itunes:duration><itunes:summary>Autor da proposta, o vereador Francisco Chagas, do PT, se diz favorável ao fornecimento gratuito de sacolas plásticas.

Com a proibição, a alternativa hoje oferecida para o transporte das compras é a pior possível, de acordo com o parlamentar.

Além de vereador, Francisco Chagas é diretor do Sindicato dos Trabalhadores Químicos e Plásticos de São Paulo.

Ele avalia que no fundo a questão é econômica, e diz que a entidade recorreu à Justiça contra o fim da distribuição das sacolinhas.

A Rádio Bandeirantes procurou a Associação Paulista de Supermercados, que preferiu não se pronunciar sobre o projeto do vereador.</itunes:summary><itunes:author>Rádio Bandeirantes</itunes:author><itunes:keywords></itunes:keywords></item></channel></rss>

